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Americanos vêem Sines como porta atlântica para a Europa

O Porto de Sines recebeu ontem uma comitiva da Embaixada dos Estados Unidos da América, liderada pela Conselheira Comercial, Lora Baker, e que teve o propósito de "discutir as oportunidades para o reforço das relações comerciais entre o Porto de Sines e o mercado dos Estados Unidos da América", como avança hoje a revistacargo.pt.

Numa reunião com o Conselho de Administração da APS (Administração dos Portos de Sines e do Algarve, S.A.), foram ainda discutidas a entrada do GNL norte-americano na Europa e projecto do novo Terminal Vasco da Gama.

O arrancar de mais uma Guerra

Este fim-de-semana o Mundo acordou com a notícia do ataque coordenado dos EUA, do Reino Unido e de França na Síria, sendo este ataque apresentado como resposta ao ataque com armas químicas que foi ordenado por Bashar Al Asad e vitimou centenas de inocentes.

Muitas vozes já vieram afirmar e com alguma razão, que por detrás deste ataque está uma tentativa de fazer frente à Rússia na questão do Médio Oriente.

Em tempos falei nestas crónicas do perigo que seria ter Donald Trump a coordenar operações militares.

A (DES)ORDEM INTERNACIONAL

Com as eleições nos EUA quase aí, os holofotes prendem-se em todas as ações de campanha e comentários que Hillary Clinton e Donald Trump tecem. Não desfazendo a importância que estas eleições terão no futuro das relações internacionais, Putin aproveita para reforçar o seu apoio a Bashar-al-Assad, através do aumento do seu poder bélico na reconquista da Síria.

China – uma potência diferente dos Estados Unidos

A 21 de maio, deste ano, China e Rússia assinaram um acordo, apelidado de "o negócio do gás do século", em que contratualizaram, após uma década de negociações, o fornecimento de gás natural russo. Um negócio avaliado em 400 bilhões de dólares, por 30 anos, e que seria igual a tantos outros, não fosse o seguinte: ambos países discutiram a hipótese de usar a suas próprias moedas para o comércio um com o outro, facto inédito no comércio energético mundial, e que visa reduzir a dependência face ao dólar, como foi anunciado, num comunicado conjunto, em Xangai.

Guarda nazi julgado 70 anos depois

Johann Breyer seria só o nome de um emigrante alemão, com 89 anos, a viver nos EUA desde 1952, não fosse o fato de ter sido um guarda nazi em Auschwitz e que foi agora acusado de cumplicidade na morte de 216 mil judeus.

Não fugiu nem desapareceu, Breyer vive em Philadelphia, pacificamente e as únicas ameaças que faz é ao cão do vizinho. A sua identidade há muito que não é segredo para ninguém, nem mesmo para os caçadores de nazis (pessoas que procuram e reúnem informações sobre ex-nazis no sentido de os levar a tribunal).