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Arte

CERTOS FILMES ESTÃO PARA O CINEMA COMO…

Cold Heaven versus Erasure: Pressuposto para uma base educativa vital, ou seja, nem robusta nem cortês, exclusiva:

ARTE CONTEMPORÂNEA INTERNACIONAL EM ÉVORA

As coleções Helga de Alvear e Teixeira de Freitas estão expostas em Évora, numa exposição no Fórum Eugénio de Almeida.

São perto de 60 as obras de arte contemporânea das coleções da espanhola Helga de Alvear e da coleção portuguesa Teixeira de Freitas que se unem numa exposição que dá pelo nome de “Uma Fresta de Possibilidades – Duas Coleções em Diálogo”.

HOMENAGEM À ARTE DE JOÃO CUTILEIRO

Dá pelo nome de ""João Cutileiro - Pedras na Praça" o projeto que visa homenagear a arte pública do escultor João Cutileiro. Programada para Évora, a exposição tem a data prevista para setembro de 2018, e prevê-se que seja composta por 30 maquetes das suas obras, fotografias de grandes dimensões das esculturas finais e um documentário.

BULSARA (!)

Qual é a probabilidade de alguém nascido Farrokh Bulsara, em Zanzibar, usar bigode grande parte da vida adulta e, ainda assim, se tornar numa das maiores lendas da música sob o inacreditável nome de Freddie Mercury?

Uma nuns quantos biliões. Morreu há quase 26 anos.

ELVAS: NÃO FORAM RISCOS, FORAM TRAÇOS

Não foram riscos, foram traços e que surgiram pelas mãos de pessoas de variadas nacionalidades aqueles que chegaram ao Forte da Graça, em Elvas, na passada semana.

Tratou-se do segundo encontro de desenhadores e sketchers de Elvas e que trouxe ao forte Património Mundial artistas como o belga Gérard Michel, o espanhol Alfonso Garcia, o francês Jérémy Soheylian, entre vários portugueses de renome.

LUIS AFONSO EXPÕE EM ALCÁÇOVAS

O Paço dos Henriques, em Alcáçovas, recebe “(…) esta coisa tão nossa de querer ser património da humanidade” , de Luís Afonso. Patente até final do mês de dezembro, esta exposição reúne cartoons publicados na última década e meia e que serão publicados em catálogo.

O cartoonista alentejano de “Barba e Cabelo” traz assim a Alcáçovas 17 painéis recheados de humor.

BRYTER LAYTER

Já não reconheço um álbum pela capa. Não é grave, serão desde logo tentados a pensar. Mas é, e muito. Noutros tempos, entre o momento em que olhava pela primeira vez a capa de um disco e em que finalmente o ouvia podiam distar horas, dias, semanas. Esse espaço de tempo tinha, então, inevitavelmente, de ser preenchido com doses não controladas de expectativa e devaneio. Nada de inesperado, conquanto não raras vezes elevado à décima potência.

BLUE VELVET (parte 2)

Blue Velvet (ou as dores de crescimento segundo o método Lynch)

BLUE VELVET/ 1986 (Parte 1)

Blue Velvet (ou as dores de crescimento segundo o método Lynch):

BLACKSTAR – BOWIE NEGRO

Blackstar é um disco extraordinário. Que não podemos amar nem um pouco mais nem um pouco menos. Digamos que está para lá de uma certa percepção: o entendimento dos homens.

Um homem aguarda a morte próxima. Um homem idolatrado (forma de amor dedicada aos temperamentos criativos) por milhões que nada sabem sobre a presença iminente dessa morte – e por isso vista como extravagância quando confirmada.

A morte dos semideuses, aqueles que (por determinação, imersos num profundo desejo, tão próximo do sonho de criança) deixámos em devido tempo realmente de ver como homens.

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