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Arte

Museu de Tapeçaria de Portalegre já reabriu e em festa!

Foi com uma festa que o Museu de Tapeçaria de Portalegre - Guy Fino, dedicado à apresentação, conservação e estudo das Tapeçarias de Portalegre, reabriu ontem à noite.

Durante a inauguração foi projetado o documentário "Tapeçaria - uma tradição que revive", de António Pedro Vasconcelos, e que trata sobre estas tapeçarias que se distinguem pela sua técnica original desde o final dos anos 40; seguiu-se uma festa no terraço do museu.

A breve ascensão dos Zés Ninguéns - They Live

“One of the lost masterpieces of the Hollywood left”, mais coisa menos coisa, é desta forma que Zizek começa o pequeno trecho sobre They Live (1988), de John Carpenter, no seu último documentário sobre cinema, The Pervert’s Guide to Ideology.

5 obras de arte contemporâneas do Novo Banco encontram “casa” no Crato

O Museu Municipal foi a casa escolhida para ter patente uma mostra de arte contemporânea - cedida pelo Novo Banco – e que conta com obras dos conceituados artistas portugueses contemporâneos Manuel D’Assumpção, Vieira da Silva, Júlio Resende, Menez e Malangatanga.

Desde ontem, sexta, que o Museu Municipal do Crato conta com estas cinco obras da coleção de pintura do Novo Banco, cedidas para exposição permanente.

It follows

Vai seguir-te, jovem – a não ser que te mantenhas virgem, ou, se já em falta, ao menos te abstenhas …

“Patas de Cavalo” tornam-se esculturas em Alcácer do Sal

Em Alcácer do Sal, as “patas de cavalo” - um dispositivo metálico que impede o estacionamento de automóveis, deram origem a 3 obras de arte urbana pela mão de alunas da Escola Secundária de Alcácer do Sal.

A ideia surgiu com a vontade de reciclar ditas “patas de cavalo” que haviam sido retiradas pela autarquia e as jovens artistas Maria do Carmo Carraça e Joana Cachopo, reutilizaram-nas e realizaram as obras na disciplina de Oficina das Artes, sob coordenação do professor Nélson Latas.

 

Dear God - deus e amor não correspondido

Dear God,

Uma canção de amor não-correspondido pelos bamboleantes XTC:

“Dear God, hope you got the letter and...

I pray you can make it better down here

I don't mean a big reduction in the price of beer

But all the people that you made in your image

See them starving on their feet

Cause they don't get enough to eat from

God

I can't believe in you”

Ou

Maximus Welles Magnum Opus (ou o Filme Sobre Tudo)

The Other Side of the Wind é, tão-só, tão simplesmente, um dos dois-três-quatro filmes mais importantes da história do cinema. Não há outra forma de começar. E registe-se que tentámos.

Orson Welles terminou as atribuladas filmagens de The Other Side of the Wind em 1976 (haviam começado em 1970), e nele deixou de trabalhar definitivamente no início dos anos 80, com pouco mais de 40 minutos editados. Ficou pronto em 2018, terminado por outros (com Peter Bogdanovich, também actor no filme, à cabeça).

Uma exposição à lâmina

No Centro de Arte e Cultura da Fundação Eugénio de Almeida (FEA), até 29 de setembro, está patente a exposição “Maria Lino - lâmina olhar animal” e que é a mais ampla mostra realizada em Portugal do trabalho de uma das mais notáveis artistas portuguesas.

Esta exposição reúne desenhos, esculturas, objetos e material documental, muitos dos quais inéditos, e é uma oportunidade de dar a conhecer melhor esta artista e as formas como a sua obra - centrada na relação com o lugar, com a natureza - explora as coisas no mundo e o mundo nas coisas.

Pela arte do desencanto, i.e., pelo desencanto na arte.

Observar o mundo, a multitude de formas de uma multitude de formas, é estranhamente o exercício mais simples. Tão simples que magoa ter começar assim. Como tem de começar.

Processo centrípeto em torno de um motor de explosão autodefinido como racional, como tal, necessita devolução. É quando as coisas se começam a tornar interessantes. Enfim, quase sempre, pode-se viver escondido ou usar uma máscara – e esses não importam.

Nick Cave: Skeleton Tree

Numa era em que se pede tanto, uma coisa ninguém tem o direito de pedir: que se assista ao funeral de um filho e se sobreviva. Culpa máxima e ilimitada! Criar vida para a morte certa, do vazio da inexistência para o vazio pós-morte por um único caminho possível, assente nessa consciência.

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