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Arte

Terras sem Sombra celebra cestaria em Ferreira do Alentejo

O premiado “Festival Terras sem Sombra” continua a querer revelar o melhor do Alentejo e a espalhar e promover cultura.

Desta vez, de 4 a 5 de setembro, será o concelho de Ferreira do Alentejo a receber um programa cultural que tem um dos seus pontos altos num recital de piano por Laurence Aligangade, no Lagar do Marmelo (obra do arquiteto Ricardo Bak Gordon), em Figueira dos Cavaleiros, a 4 de setembro, pelas 21h30.

Viana do Alentejo “Entre Cores e Linhas”

Até dia 10 de outubro, Viana do Alentejo está “Entre Cores e Linhas”.

Esta é uma exposição de Micéu Nunes, patente no castelo da vila alentejana, apresenta um conjunto de telas onde se destacam as cores ímpares de África que determinam a intensidade cromática das suas obras que para além da visão, exploram outros sentidos.

A artista é natural de Moçambique e licenciada em Ciências da Educação e Design de Interiores e Equipamento Geral do I.A.D.E, foi professora de Educação Visual e leciona agora na Universidade Sénior do Torrão, no concelho de Alcácer do Sal.

Mural D’Aires recuperado em Viana do Alentejo

O Mural D’Aires, à entrada de Viana do Alentejo, e que é uma alusão ao reconhecido santuário da vila alentejana, está a ser recuperado pela autarquia.

O Município de Viana do Alentejo está a proceder a trabalhos de manutenção deste mural que é um  “cartão-de-visita”  e tão bem reflete as tradições locais como a fé, a devoção, a peregrinação até ao Santuário de N.ª Sr.ª D’Aires a pé ou a cavalo, a história, o património e a cultura, foi criado em 2018 pelo fotógrafo André Boto, o primeiro português eleito fotógrafo europeu do ano, em 2010, pela Federação Europeia de Fotografia.

Artistas e criativos estão a “transportar arte” para freguesias de Évora

Um total de 23 artistas e criativos está a “transportar arte” para seis freguesias do concelho de Évora, a maioria rurais, através a dinamização de oficinas, para a tornar “acessível a todos”, adianta a Lusa.

De acordo com a coordenadora do projeto, Rita Piteira, “são artistas de várias áreas criativas que se propõem a transportar arte e a gerar acesso em territórios onde ela não chega com tanta facilidade”.

Ana Hatherly, Cruzeiro Seixas, Pedro Calapez e muitos outros expostos em Beja

No novo centro cultural em Beja está patente a partir de hoje uma exposição da Culturgest e com obras de mais de 30 artistas.

Ana Hatherly, Helena Almeida, Cruzeiro Seixas, Dayana Lucas, Jorge Vieira ou Pedro Calapez, são alguns dos artistas expostos no Centro de Arqueologia e Artes de Beja - fruto de um investimento de cerca de três milhões de euros - nesta exposição intitulada “Cangiante – a partir da Coleção da Caixa Geral de Depósitos”, promovida pela Culturgest numa parceria com a Câmara de Beja.

As pupilas da senhora Coruja

A senhora Coruja era professora numa escola do meio da floresta. Era uma senhora professora de um tempo em que as escolas e a educação era muito diferente daquilo que é hoje. Um tempo passado que já não existe e não voltará. A evolução da realidade criou barreiras que levam a que esse tempo não regresse nos mesmos moldes. Nem os manuais de ensino existem como existiram, na disposição dos conteúdos e nas mensagens transmitidas em palimpsesto.

Na aldeia, a professora era a figura mais respeitada. Ela e o médico, mas nesta aldeia o médico não existia. Só na vila mais próxima.

Ruas de Arraiolos estão cheias de poesia

Poemas e frases da autoria de Sérgio Godinho, The Legendary Tigerman, Valter Hugo Mãe, Ivo Canelas, Pedro Abrunhosa, Rita Redshoes, Afonso Cruz, Samuel Úria, Márcia, Katia Guerreiro, Joana Espadinha, José Eduardo Agualusa, entre outros nomes, deram cara ao projeto MANIFESTO e estão expostos nas ruas da pitoresca vila alentejana.

A iniciativa “Manifesto” vai prolongar-se até de 30 de setembro e é um projeto do “Departamento” -  criadores do Poster Mostra - e da “E-Panther”. 

O achigã

O achigã nunca nadava de noite, só de manhã. O achigã quando se vestia, sempre fazia pandan. Nos dias que estava doente, chorava pela mamã, nos dias que estava de boa saúde ou feliz, comprava um talismã.

Era um peixe diferente, um ser social que conhecia muita gente. Na barragem onde vivia, não lhe importava o frio ou quente. Era um achigã paciente que esperava só comer uma refeição decente.

Ativista e artista chinês Ai Weiwei planeia homenagem a Gorbachev a partir do Alentejo

É considerado pela crítica “um dos artistas mais interventivos e criativos da contemporaneidade” e transformou a sua arte num grito de ativismo, sendo também um dos rostos mais conhecidos na oposição ao regime comunista de Xi Jinping, o obrigou ao exílio.

Falamos do mundialmente famoso artista chinês Ali Weiwei que, depois do exílio na Alemanha e Grã-Bretanha, decidiu ficar a viver em Portugal, no concelho de Montemor-o-Novo, no Alentejo.

À Reuters, Weiwei revelou o seu amor pelo nosso país e a sua intenção de (...) “ficar aqui por muito tempo se nada acontecer.”

Alfaiate

Anselmo era alfaiate. Tinha essa profissão há muitos anos. Quase tantos quantos tinha. Habituado a ser profissional, fazia do tecido existente um modelo novo. Eram peças de roupa novas e modernas que saiam do seu ateliê.

Neste mundo de Anselmo, o tecido era sempre de boa qualidade. Não tinha uma oficina fixa. Andava quase como que um alfaiate ambulante, ao domicílio. Era lá, nas casas, que fazia os modelos fantásticos.

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