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Arte

Avis quer homenagear D. João I e procura a obra perfeita

O Município de Avis quer homenagear o rei D. João I com obra de arte de pública. Para tal, a autarquia alentejana lançará um concurso que tem como objetivo a criação de uma obra de arte pública destinada a homenagear uma figura que, não sendo alentejana, tem uma forte ligação ao Alentejo e a Avis.

João era filho bastardo de D. Pedro I e de uma dama galega. Logo à sua nascença, foi-lhe destinado o mestrado da Ordem de Avis, sendo educado para ser o comendador-mor da Ordem e dando início a ligação referida.

Still(h)e(a)vem – a natureza morta, em foto, exposta na Vidigueira

“Still(H)e(a)ven” é nome de uma exposição de fotografias de Sérgio Braz d’Almeida, e que estará patente na Vidigueira, de 24 de julho a 16 de agosto, e que tem por mote a natureza morta.

Lágrimas de crocodilo

Sentado na beira de um precipício, olhando ao longe a terra-prometida, Miro sonhava com uma vida diferente. A sua condução de crocodilo não lhe tinha dado muitas alegrias e viver no meio de tantos outros como ele, que ambicionavam uma vida diferente, limitava as suas capacidades. Nascido na zona do Nilo, q única área que conhecia era essa. Imagine-se sair da sua zona de conforto para viajar até um lugar distante, sem ter grandes artes ou habilidades.

Viver na pele de uma lesma

Numa terra distante de Beja, ainda além de Albernoa, havia uma pequena aldeia. Não sei exatamente o nome mas sei que era pequena. Nesse mesmo lugar nasceu uma lesma de seu nome Bina. Infeliz, nasceu num descampado sem cuidados médicos. Sobreviveu ao nascimento em circunstâncias difíceis. Família de lesmas, Bina, teve uma infância e adolescência ainda mais problemáticas. Na escola, era uma criança lenta...na universidade, levou dez anos a terminar o curso.

Museu Berardo Estremoz vai abrir este mês

O museu com a maior coleção privada de azulejos de Portugal vai abrir, dia 25 deste mês, em Estremoz.

Vhils homenageia agricultores com retrato de mulher ceifeira na Comporta

O artista Vhils criou um retrato gigante de uma agricultora em homenagem a trabalhadores e agricultores, na Quinta da Comporta.

Alexandre Farto retratou uma ceifeira do arroz num muro da Quinta da Comporta, descrevendo a obra como “um símbolo das gerações que ajudaram a moldar esta paisagem fértil ao longo dos séculos, ajudando a preservar a sua memória e importância para o futuro”.

Lobo em pele de cordeiro

Nascido nas Beiras, João Lobo era um rapazinho ambicioso. Fez os seus estudos numa escola secundária pública e sempre foi o melhor aluno.

João Lobo nunca tinha tido uma nota abaixo de 95 por cento em todas as disciplinas. Quando terminou o secundário decidiu enveredar por uma região diferente do país. Foi para o Alentejo. A sua primeira preferência era a área mais calma do país e aquela que, na minha opinião, era a mais rica na vida académica, sem prejuízo de todas as outras. João Lobo fez economia em Évora e aí se tornou Doutor nos mesmos estudos.

I. A toupeira

Começa, com este texto, mais um ciclo nesta minha coluna semanal. Desta vez, tornei-me mais arrojado. Não que, de forma alguma, queira ou me possa comparar a Ésopo ou La Fontaine, mas tentarei criar alguns textos e alguns mundos em que as personagens e, principalmente, os protagonistas são animais. Nas próximas semanas, dificilmente, o caro leitor e a cara leitora se cruzarão com seres humanos e, se isso porventura acontecer, terá sido pura coincidência.

O homem do metro

Afinal, o que é e quem é o homem do metro? O homem é um substantivo masculino, alguém do sexo masculino, que é qualificado como alguém que anda e que é associado ao metro. O homem do metro não era ninguém relevante. Nunca o foi na sua vida para qualquer história. Tornar-se-ia na nossa história e por isso... conhecido de vós num pequeno pormenor na crónica de janeiro, o homem do metro cruza-se com uma mulher... e cruzam-se muito mais do que socialmente.

A mulher, não sabíamos ainda quem era. Só a conheceríamos no mês seguinte.

Reabre o Centro de Arte e Cultura da FEA em Évora

Já passaram dois meses do encerramento do Centro de Arte e Cultura da Fundação Eugénio de Almeida (FEA), mas segunda, 18 de maio, o centro vai reabrir.

O funcionamento vai cumprir todos os procedimentos necessários de higiene, segurança e distanciamento social, nomeadamente a obrigatoriedade de utilização de máscara a todos os presentes, bem como a desinfeção, higienização e ventilação regular do espaço, conforme indicado pela Direção Geral da Saúde.

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