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Ambiente

SECA PROVOCA MENOS AZEITONA E MENOS AZEITE

Sendo o Alentejo o maior produtor olivícola nacional, já seria expectável que a seca que atravessa a região tivesse reflexo na quebra da produção de azeite e de azeitona, mais pela necessidade de colher mais cedo que pela quantidade.

Colhendo a azeitona numa fase de maturação precoce – para evitar que as azeitonas se estraguem devido à seca e às altas temperaturas que tem marcado setembro e outubro – a mesma não apresenta a mesma qualidade e produtividade que colhida na fase habitual.

A seca acabou por ajudar a controlar as pragas e as oliveiras têm muita azeitona, mas, também devido à seca, vão acabar por cair se não foram rapidamente colhidas pelo que a colheita se iniciará em breve, apesar de os agricultores estarem a adiara na esperança de que ainda apossa chover.

Os agricultores alentejanos têm-se queixado dos problemas neste sector devido à seca e fazem previsões de quebra de qualidade e quantidade, no entanto, é prematura especular sobre o preço do azeite ou o nível de prejuízo causado.

 

Imagem de embrapa.br

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