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REITORA DA UNIV. ÉVORA EM GRUPO DE PERITOS

A Reitora da Universidade de Évora, Ana Costa Freitas, foi convidada pela Comissão Europeia (CE) para integrar um grupo de peritos de alto nível no âmbito do Policy Support Facility (PSF), um novo instrumento do Programa Horizonte 2020, um programa criado para apoiar os Estados-Membro na conceção, implementação e avaliação de reformas nas políticas de Investigação e Inovação (I&I) aos níveis nacionais e regionais.

A Reitora da Universidade de Évora, Ana Costa Freitas, foi convidada pela Comissão Europeia (CE) para integrar um grupo de peritos de alto nível no âmbito do Policy Support Facility (PSF), um novo instrumento do Programa Horizonte 2020, um programa criado para apoiar os Estados-Membro na conceção, implementação e avaliação de reformas nas políticas de Investigação e Inovação (I&I) aos níveis nacionais e regionais.

As políticas de investigação e inovação promovem o emprego e o crescimento económico e é por isso importante promover e estudar modos de obter um alto desempenho nestas áreas, sendo que as reformas nos sistemas de ID&I, necessárias para incrementar a qualidade do financiamento público nesta área, são, por isso, consideradas prioritárias.

Lançado em março do de 2015, o PSF, vai atuar no apoio prático aos Governos do Estados- Membro, incluindo a avaliação, pelos pares, dos sistemas nacionais de I&I e vai também participar em exercícios de aprendizagem mútua entre Estados-membro e a prestação de aconselhamento pontual sobre questões específicas solicitadas pelos Governos.

Com o apoio da Comissão Europeia, a Bulgária e a Hungria são os primeiros países a beneficiar deste programa, onde existirá um processo de avaliação pelos pares, um painel de peritos internacionais recomendará medidas para melhorias no financiamento público em investigação, nas carreiras de investigação e na transferência de conhecimento entre os meios académicos e empresarial.

A reitora da Universidade de Évora referiu que a sua intenção é “participar na definição e implementação de políticas de I&I que permitam aos Estados-Membro otimizar o seu desempenho, reforçando assim a capacidade científica e de inovação nacional e europeia, é uma oportunidade ímpar”.

 

Imagem daqui

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