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Dulce Pontes atua na bienal Monsaraz Museu Aberto

A bienal cultural Monsaraz Museu Aberto, que vai decorrer de 14 a 21 de julho, vai contar com um concerto de Dulce Pontes, num programa sob o mote “Eu sou devedor à terra”, do poema “Alentejo, Alentejo”, do Mestre José Gato.

Em comunicado, a Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz indica que este certame cultural, cultural organizado desde 1986 pelo município, “aborda o que de melhor se faz na cultura e nas artes do espetáculo”.

Este ano, o objetivo do evento é “sensibilizar e inspirar os participantes a agirem pela preservação do património natural e construído de Monsaraz, estimulando a proteção e a identidade do sítio histórico e da sua envolvente através da cultura”.

Assim, a bienal cultural vai abrir no dia 14 de julho, pelas 17:00, com a cerimónia de inauguração no jardim da Casa da Universidade. A primeira noite do festival está reservada à atuação de Dulce Pontes, que já cantou com Andrea Bocelli, Ennio Morricone e José Carreras, pelas 22:00.

Segundo a autarquia, a cantora vai interpretar, na vila medieval, “os seus sucessos musicais de mais de 35 anos de carreira”, como “Lusitana Paixão”, “Canção do Mar” e “O Amor a Portugal”.

Para os restantes dias do festival, estão previstos vários concertos, exposições e palestras, entre outras atividades, a realizar em vários locais do concelho.

Destacam-se, no dia 17 de julho pelas 19:00, o percurso ilustrado entre a porta da vila de Monsaraz e o Convento da Orada, com passagem pelo Cromeleque do Xerez; ou, no dia 18 de julho pelas 18:30, o percurso ilustrado de Monsaraz até à Ermida de Santa Catarina, local onde vai atuar o Coro Polifónico da Sociedade Filarmónica Harmonia Reguenguense, Sara Sotiry e o Grupo Maurioneta.

No sábado, a companhia Delrevés, oriunda de Barcelona, atua na Torre de Menagem do castelo de Monsaraz pelas 22:00, num espetáculo de dança vertical, utilizando a arquitetura como suporte de movimento.

O último dia do festival Monsaraz Museu Aberto terá, às 11:00, a conversa “Eu Sou Devedor à Terra”, com os historiadores José Pacheco Pereira e Ana Paula Amendoeira.

 

Fotografia de expresso.pt

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