2 Novembro 2018      14:44

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A cada quatro dias, um jornalista é morto em algum lugar do mundo

Hoje é o Dia Internacional pelo Fim da Impunidade dos Crimes contra Jornalistas, uma iniciativa lançada pela ONU, para denunciar os inúmeros casos de violação dos direitos humanos dos profissionais dos meios de comunicação social espalhados pelo mundo, secundado por um apelo feito aos governos para tomarem medidas que impeçam e castiguem essas violações.
 
O caso de abuso mais recente e que está a ter grande impacto na opinião pública foi o assassinato do jornalista dissidente saudita Jamal Khashoggi, que foi estrangulado e desmembrado no consulado saudita na capital turca, Istambul. Partes do seu corpo foram dissolvidas em ácido e jogadas para dentro de um poço na residência oficial do cônsul saudita, segundo as autoridades turcas.
 
Khashoggi é lamentavelmente mais um acrescentado à longa lista de jornalistas mortos em resultado do seu trabalho.
 
A UNESCO relata que apenas entre 2006 e 2017, mais de mil jornalistas foram mortos por motivos relacionados com o seu trabalho em todo o mundo. Isso é uma média de uma morte a cada quatro dias. Especialistas da ONU dizem que em 90% dos casos, os assassinos ficam impunes. A impunidade resultante encoraja novos ataques, ameaçando a liberdade de imprensa e a transparência e boa governança, que só o jornalismo livre garante.
 
 
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