De fortes raízes alentejanas e natural de Reguengos de Monsaraz, Beatriz Velez é aluna de Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e está comprometida com a literatura desde tenra idade. É fundamentada na libertação animal e promove movimentos de exalação dos padrões patriarcais
«Ninguém morre de amor» têm vindo a dizer-me repetidamente; mas tu morreste. «Ninguém realmente aguarda por ti assim tanto tempo» têm vindo a precaver-me; mas...
Perdi a oportunidade de estar calada. Já havia sufocado há uns dias, e as palavras saíram disparadas como punhais, imperdoavelmente; perdoa-me (ou não). Sinto que...
Sobrevivi. Eu, hoje, sobrevivi. Não sorri. Não me ri. Não brinquei. Não me senti feliz. Nem me senti triste. Muito menos, vivi. Eu apenas sobrevivi;...
Século XXI: vigésimo primeiro século da Era Comum. Ainda somos nós, jovens, a salvação da nossa própria geração? Temos ossos frios e frágeis, são de...