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Trabalho

Como vai ser o trabalho depois da pandemia?

Que consequências terá a pandemia no mundo do trabalho? Trará alterações no modo de trabalho e no emprego?

O trabalho e a pandemia são os temas em discussão hoje.

Com moderação de Francisco Teixeira, o debtae conta com Raquel Varela, historiadora, professora do Instituto de História Contemporânea da UNL e Elísio Estanque, sociólogo e professor Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra.

Pode colocar a sua experiência e perguntas e assistir em direto, no Facebook do Tribuna Alentejo ou diretamente na página do Facebook da ASMAV, hoje, 27, pelas 21 horas.

A IMPORTÂNCIA DE PARAR

Esta semana, numa reunião de empresários, entre vários pontos, foi referida a importância de, diariamente, tirarmos um momento para estarmos connosco próprios.

Um momento apenas nosso para estudarmos, lermos, ouvirmos notícias, escrever, entre outros. Algo  que nos preencha e faça sentir bem.

Parecendo algo banal e que todos deveríamos saber, o que é facto é que andamos tão centrados nos nossos trabalhos, nos nossos estudos ou nos nossos projectos que acabamos de nos esquecer de nós próprios e, mais tarde ou mais cedo, isso acaba por nos atingir.

HÁ SEMPRE UM LAMBITA…

O simples ato de pensar que se pode ter e fazer carreira na função pública em Portugal é simplesmente anedótico. A progressão profissional em Portugal na função pública nos últimos anos tem sido feita de determinadas maneiras. Dos vários acessos, o menos trilhado foi o do mérito.  Não por uma questão de não haver pessoas que mereçam subir pelo valor do seu trabalho, mas simplesmente porque este mérito não é reconhecido por quem manda como sendo premissa para um trabalhador progredir. Então como se progride em Portugal, a nível profissional, no seio do Estado e Setor Público? É simples.

A PRECARIEDADE NÃO É UMA OPÇÃO

Há umas semanas atrás, o Expresso publicava uma notícia sobre a tendência da geração mais jovem optar por casas mais pequenas e com o menor número possível de despesas inerentes às mesmas.

Apresentava esta tendência como uma opção de vida, aliado a um suposto estilo mais desapegado dos bens materiais.

Seria sem dúvida um artigo interessante...se correspondesse à realidade da geração mais jovem que começa agora a sua carreira e a sua luta por uma vida independente com as tais mínimas condições.

QUANDO O TRABALHO EM ÉVORA ERA ARTE

Até julho de 2017 estará patente no Convento dos Remédios, em Évora, a exposição fotográfica e documental “O centro histórico de Évora e as artes do trabalho (1930-1960)”.

Esta exposição é resultado da oferta/depósito de três acervos ao município: a coleção Maria José Patronilho, doada ao Arquivo Fotográfico da Câmara, em 2004; um fundo documental da antiga Direção Regional de Indústria e Energia do Alentejo e a coleção do marceneiro eborense Manuel Sebastião Silva, proveniente do antigo Museu do Marceneiro.

DESIGUALDADES LABORAIS – PÚBLICO E PRIVADO

Muito se tem vindo a falar da questão das 35 horas semanais, proposta aprovada em sede parlamentar pela esquerda, e que revoga aquilo que o anterior executivo, liderado por Passos Coelho, tinha decretado.

ESTARÁ ESGOTADO O PARADIGMA CAPITALISTA?

Nos meados do século XIX, Karl Marx previu uma pesada herança do capitalismo para a humanidade: a destruição da natureza e do trabalho.
 

EURAXESS BUS NA UNIVERSIDADE DE ÉVORA

O autocarro da EURAXESS – Investigadores em Movimento vai chegar à Universidade de Évora (UÉ) na próxima segunda-feira, 26 de outubro.

Chega ao Alentejo após uma longa viajem pela Europa e onde tem levado informações sobre postos de trabalho e oportunidades de financiamento na área da investigação, especialmente dirigidas a estudantes e investigadores em início de carreira.

A chegada do Euraxess Bus à Universidade de Évora está prevista para as 10h00 e será assinalada com todo um conjunto de atividades junto ao Palácio do Vimioso.

CHEFES AGRESSIVOS NÃO TÊM TEMPO PARA SEREM SIMPÁTICOS

Segundo Robert M. Sapolsky, um professor de Stanford e autor de Why Zebras Don"t Get Ulcers (Porque as Zebras não Têm Úlceras),  a indelicadeza e a má educação têm aumentado nas últimas décadas, sobretudo no trabalho. Muitos dos que incorrem nestes abusos dizem que não há tempo para ser simpático e que estão sobrecarregados. Os chefes agressivos podem ter matado o meu pai argumenta Robert, numa peça hoje publicada no Diário de Notícias.

ACREDITE, VOCÊ ESTÁ A PRECISAR DE FÉRIAS.

Está já a sonhar com a praia? A sua atenção vai toda para imagens de locais paradisíacos, hotéis deslumbrantes e redes à sombra do coqueiro?

Tudo isso são sinais evidentes de que está a precisar de férias. Mas pode ser mais grave que isso.

Jessica Stillman em artigo do Inc.co, revela que, se nos mantivermos atentos a alguns sinais, podemos identificar se o nosso estado de saúde mental apresenta um risco sério.

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