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Médicos

Portalegre atribui mais uma casa para fixar médicos no concelho

A Câmara Municipal de Portalegre aprovou, na passada reunião do executivo a 31 de janeiro, a atribuição de uma nova habitação de tipologia T2 à Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA), destinada “a alojamento de pessoal médico que ingresse no Hospital Dr. José Maria Grande, para desempenho da sua atividade laboral”.

Admnistração de Saúde do Baixo Alentejo reúne hoje com médicos demissionários

A administração da Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA) vai reunir hoje, quarta-feira, com os chefes de equipa das urgências do hospital de Beja que apresentaram demissão esta terça-feira, alegando falta de condições para tratar doentes.

Em comunicado enviado à agência Lusa, o conselho de administração da ULSBA, que gere o hospital, refere que “tomou conhecimento pela comunicação social” dos pedidos de demissão dos cargos e de reunião por parte dos 12 chefes de equipa de Medicina Interna do Serviço de Urgência (SU).

Alentejo tem o maior número de vagas por ocupar na saúde pública

Das 1073 vagas que o Ministério da Saúde colocou a concurso para contratar recém-especialistas para as áreas hospitalares e de saúde pública em julho, apenas 697 foram ocupadas (65%), sendo o Alentejo a região que apresentou uma percentagem mais baixa de vagas ocupadas.

Governo quer colocar mais de 40 médicos no Alentejo

O Governo definiu a distribuição de um total de 200 lugares para médicos em todo o país, que servirão de incentivos à fixação em zonas consideradas carenciadas. O Hospital de Espírito Santo de Évora e as unidades locais de saúde do Baixo Alentejo, do Litoral Alentejano e do Norte Alentejano terão dez lugares cada.

Unidade de Saúde do Baixo Alentejo diz ter resposta à covid-19 “controlada”

A Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA) encontra-se sem médicos de saúde pública, pois os dois únicos que tinha saíram, mas a resposta à covid-19 está “controlada”, disse à Lusa a presidente da entidade.

De acordo com Conceição Margalha, os dois clínicos, um médico e uma médica, “já saíram” no final de novembro. Já no passado dia 24 de novembro, também em declarações à Lusa, Conceição Margalha tinha alertado para o risco de a ULSBA ficar sem médicos de saúde pública se não fosse possível substituir os únicos dois que tinha e estavam de saída na altura.

Quatro concelhos do Alentejo Central vão contratar mais médicos

A Administração Regional de Saúde (ARS) do Alentejo lançou o concurso público para a contratação de serviços médicos para quatro concelhos do Alentejo, entre eles a Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados (UCSP) de Mora e de Mourão, e os Serviços de Urgência Básica de Montemor-o-Novo e Vendas Novas, avança o portal Notícias do Sorraia.

Unidade de Saúde do Baixo Alentejo arrisca-se a perder três médicos

A Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA) está prestes a “perder” os três médicos de Saúde Pública, alerta o Conselho Sub-Regional de Beja da Ordem dos Médicos, que sublinha que a situação poderá ter graves consequências.

Em causa está a admissão de dois dos profissionais de saúde, em concursos de mobilidade para a Área da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, e a admissão de uma terceira médica interna, que com a saída destes dois especialistas fica sem tutor e terá se de ser encaminhada para outro serviço.

Hospital de Portalegre: foram abertas 32 vagas, concorreram só 2 médicas

O Hospital de Portalegre: foram abertas 32 vagas, mas concorreram somente 2 médicas – uma de Medicina Geral e Familiar e outra de Cirurgia Geral - persistindo a cada vez maior dificuldade em fixar médicos no Interior do país.

Este facto obriga as entidades a recorrer a prestadores de serviços externos, tendo a Unidade Local de Saúde do Norte Alentejo gasto, só em 2018, cerca de 5 milhões de euros com a contratação de médicos tarefeiros, o equivalente a 172 mil horas de contratação, quando com cerca de mais 30 médicos – a juntar aos 83 existentes, o problema estaria resolvido.

NÃO HÁ REUMATOLOGISTAS NO ALENTEJO HÁ 4 ANOS

As doenças reumáticas afetam mais de metade da população portuguesa; são mesmo uma a principal razão de invalidez em Portugal, no entanto, há quatro anos que não há médicos reumatologistas no Alentejo.

A situação não é exclusiva da região e o problema também afeta alguns hospitais dos grandes centros urbanos. Quem o disse foi o presidente da Sociedade Portuguesa de Reumatologia, Canas da Silva, em declarações à Lusa, num encontro de especialistas nacionais e estrangeiros sobre reumatologia que decorreu, esta semana, na Assembleia da República.

MAIS 103 MÉDICOS PARA O ALENTEJO

Não estranhe se, ao ir à sua Unidade de Saúde, encontrar novas caras; já chegaram novos 103 médicos ao Alentejo.

Cinquenta e um de dezasseis especialidades diferentes foram espalhados por diversas unidades de saúde das zonas de Évora, Beja, Portalegre e litoral alentejano. Os restantes, e que vão realizar o internato de ano comum, vão trabalhar nos hospitais de Évora, Beja, Portalegre e em Santiago do Cacém.

Trinta e nove destes médicos colocaram o Alentejo como primeira ou segunda opção como revela comunicado da Administração Regional de Saúde do Alentejo.

 

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