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José Régio

Portalegre evoca cinquentenário da morte de José Régio com poesia

A Câmara Municipal de Portalegre e a Casa-Museu José Régio, continuam, em 2020, a evocar o cinquentenário da morte do grande poeta José Régio.

Portalegre celebra cinquentenário da morte do brilhante José Régio

Será um dos versos mais conhecidos da poesia em língua portuguesa “Não sei para onde vou - Sei que não vou por aí!” e pertence a José Régio, o escritor que nasceu em Vila do Conde e que passou boa parte da sua vida em Portalegre, a ensinar.

Este ano, após 50 anos da sua morte, a cidade alentejana tem-se desdobrado em iniciativas, juntamente com Vila do Conde, como exposições, ciclos de cinema, conferências e reedições num programa que durará até 2020.

José Régio, o brilhante professor de Portalegre, morreu há 50 anos

Será um dos versos mais conhecidos da poesia em língua portuguesa “Não sei para onde vou - Sei que não vou por aí!” e pertence a José Régio, o escritor que nasceu em Vila do Conde e que passou boa parte da sua vida em Portalegre, a ensinar.

Este ano, após 50 anos da sua morte, a cidade alentejana quer homenageá-lo, juntamente com Vila do Conde, e fá-lo-ão com exposições, ciclos de cinema, conferências e reedições entre as iniciativas de um vasto programa que durará até 2020.

EM ELVAS E PORTALEGRE O ACESSO À CULTURA VAI SER LIVRE

Os municípios de Elvas e Portalegre desenharam um programa de intercâmbio cultural entre as duas cidades e abrem este mês uma série de exposições de acesso livre ao público. O projeto batizado de “Habit’ARTE - Cultura, Património e Arte” visa o desenvolvimento regional integrado, através de exposições gratuitas em diferentes espaços culturais de Elvas e Portalegre.

POESIA DE JOSÉ RÉGIO INVADE PORTALEGRE

José Régio "volta" a Portalegre, no próximo dia 21 de Março, Dia Mundial da Poesia, numa iniciativa da Fundação INATEL, que o homenageia José Régio. As comemorações terão início pelas 16h30, na Praça da República e no Café Concerto do CAEP, que acolhem as atividades onde a população será desafiada a traduzir a poesia e o colecionismo do autor, através da pintura, desenho e escrita, culminado numa instalação que será exibida no final do espetáculo.