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Impostos

O que muda nos impostos e nas contribuições sociais exigidas em Portugal?

Em tempos de Covid19, o Governo avançou com um conjunto de medidas para dar liquidez às empresas, adiando para mais tarde o pagamento de um conjunto de impostos e parte das contribuições sociais, como avança hoje o Jornal Económico.

Para já, as famílias têm o reembolso de IRS assegurado e vêm execuções fiscais e coimas suspensas. Fisco fortaleceu também o atendimento à distância.

Finanças adiam prazos por causa do coronavírus

O Governo já decidiu alterar os prazos dos assuntos relacionados com as Finanças devido à situação provocada pela pandemia do Covid-19.

A tutela refere que "Para mitigar o impacto económico da doença e diminuir os efeitos que eventuais medidas de contingência adotadas pelas empresas e serviços públicos”.

Deste modo, o Governo decidiu adiar os prazos das Finanças para o pagamento especial por conta até 30 de junho e da entrega declaração de IRC até 31 de julho.

Imposto sobre pastelaria mais eficaz que taxas aplicadas a refrigerantes

Publicado no British Medical Journal, o estudo confirma que a taxa sobre bolos, bolachas ou biscoitos pode reduzir prevalência da obesidade em 2,7 pontos percentuais num ano

OPORTUNIDADES

Coisa que não faltava eram oportunidades. Coisa que perdurava no tempo e era falada nos corredores eram oportunidades. Oportunidades de mudar de vida, oportunidades de emprego, oportunidades de carreira, oportunidades de não fazer nada, janela de oportunidades. Tantas, tantas.

O GOVERNO E AS SUAS MATREIRICES

O Governo avançou no último dia do ano, de forma sorrateira e praticamente à socapa, com um novo aumento do Imposto Sobre Produtos Petrolíferos e Energéticos (ISP). Segundo uma portaria publicada pelo Governo em Diário da República, este aumento entrou em vigor a partir de 1 de janeiro de 2018.

BEJA AJUDA FAMÍLIAS COM FILHOS

Será através de um corte no IMI - Imposto Municipal sobre Imóveis que a Câmara de Beja vai ajudar as famílias com filhos.

Já foi aprovado pela autarquia uma redução de 0,36% este ano para 0,35% em 2018 a taxa do IMI aplicada a prédios situados em aglomerados urbanos no concelho, como edifícios para habitação, comércio e serviços ou terrenos para construção.

O objetivo da autarquia socialista liderada por Paulo Arsénio é desagravar um pouco a carga fiscal das famílias

O ESTADO, OS RICOS, OS POBRES E OS IMPOSTOS

No seu habitual espaço de comentário na TVI24 e a propósito das negociações para o Orçamento do Estado para 2018 Manuela Ferreira Leite afirmou “os impostos não podem castigar quem ganha muito”.

Depois de conseguir digerir e assimilar a soberba declaração senti necessidade de inferir sobre o significado da mesma. Assim e tendo como ponto de partida a afirmação proferida por Manuela Ferreira Leite, será legítimo inferir que os impostos podem castigar quem ganha pouco?

PATRÃO MAU, EMPRESÁRIO BOM

Os trabalhadores julgam que o patrão trabalha menos horas que eles. O empresário muitas vezes passa mais de metade do dia no seu local de trabalho ou a trabalhar em prol do mesmo. O trabalhador recebe no mínimo em Portugal 557€. O empresário com salário + subsidio de alimentação + pagamentos à segurança social + seguro de trabalho paga no mínimo à volta de 850€/mês por trabalhador. O trabalhador recebe, justamente, o salário todos os meses. O empresário num mês mau com um cash flow reduzido não pode falhar com as suas obrigações salariais e de despesas correntes.

CARGA FISCAL: QUANDO MAIS É MENOS!

Já na Pensilvânia, em pleno séc. XVIII, através da voz de um dos líderes da revolução americana e uma das figuras paternais dos Estados Unidos da América, foram protagonizadas palavras que se tornariam eternas ao longo de todo o prisma temporal – reais e enquadradas, tanto com a época em que foram proferidas como com os tempos modernos. Benjamin Franklin, na sua época um dos maiores poliglotas das áreas do saber, diria que: “não podemos dizer que alguma coisa neste mundo é garantida, exceto a morte e os impostos”.

TAXAR OS VINHOS COM MAIS IMPOSTOS? UMA ASNEIRA GIGANTESCA!

Muito recentemente diversos órgãos de comunicação social revelaram a possibilidade do Governo vir a aumentar o IABA (Imposto sobre o Álcool e Bebidas Alcoólicas) sobre o vinho.

Atualmente, este imposto para o vinho, tal como se passa na grande maioria dos países produtores de vinho, tem taxa zero. As notícias indiciavam que, no orçamento de estado 2017, passasse a ter uma tabela idêntica à que  atualmente é aplicada à cerveja: taxa variável consoante o grau plato, entre 7,53€/hl e 26,45€/hl.

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