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UNIVERSIDADE DE ÉVORA DESCOBRE CORES ORIGINAIS DO MOSTEIRO DA BATALHA

Cinco séculos de vida foram mais que suficientes para desbotar e fazer desaparecer as cores originais da Capela do Fundador do Mosteiro da Batalha, panteão de D. João I, D. Filipa de Lencastre e da Ínclita Geração. A exuberância da cor foi-se perdendo com os estragos das Invasões Francesas, o fim das Ordens Religiosas que preservavam os espaços e os restauros do século passado que foram despindo a Batalha de cor.

Mas o nosso desconhecimento sobre essas cores originais está prestes a ser passado depois de uma investigação científica pioneira em Portugal que envolve o Laboratório Hercules da Universidade de Évora e que vai "devolver" as cores originais àquele espaço que é um dos mais procurados pelos turistas que visitam Portugal.

O resultado ficará acessível ao público em 2017, momento a partir do qual será possível será possível visitar virtualmente o espaço, apreciando as cores que foram utilizadas originalmente.

Imagem de capa do Mosteiro da Batalha.

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