Tribuna Alentejo
Rui Miguel Nabeiro, presidente executivo do grupo Delta
Negócios e Empresas

Grupo Nabeiro e Rui Miguel Nabeiro continuam a ser empresa e líder com a melhor reputação no País

O Grupo Nabeiro e o seu CEO, Rui Miguel Nabeiro, revalidaram os títulos de empresa e líder com melhor reputação em Portugal, de acordo com a 7.ª edição do Merco Empresas e Líderes Portugal 2026, divulgada a 4 de novembro de 2026. A nível institucional, a dona da Delta Cafés segura a primeira posição pelo sexto ano consecutivo, acompanhada no pódio pela Sonae, que mantém o segundo lugar, e pelo Mercadona, que subiu à terceira posição. A Caixa Geral de Depósitos e a EDP encerram o lote das cinco primeiras classificadas, num top 10 que conta ainda com a Jerónimo Martins, CUF, Galp e Continente. Os maiores progressos nesta tabela pertenceram à L’Oréal, que escalou 38 posições até ao 19.º posto, e à CUF, que subiu 13 lugares para fixar-se em oitavo, enquanto a Vista Alegre fez a sua estreia diretamente para a 36.ª posição.
No que toca à liderança individual, Rui Miguel Nabeiro repete o triunfo, seguido de perto por Paulo Macedo (CGD), que ascendeu à segunda posição, e Cláudia Azevedo (Sonae), que ocupa o terceiro lugar. Pedro Soares dos Santos (Jerónimo Martins) e Miguel Stilwell D’Andrade (EDP) fecham o top 5 dos gestores mais prestigiados. O estudo deste ano evidencia uma subida do protagonismo feminino, com 16 mulheres a figurarem no top 50 dos líderes (um acréscimo anual de 8%), destacando-se três nomes no top 10: Cláudia Azevedo (3.ª), Paula Amorim (6.ª) e Rita Nabeiro (7.ª). Entre outras movimentações de relevo, Paulo Pereira da Silva (Renova) subiu 18 posições para chegar a nono, António Portela colocou a BIAL no décimo lugar e Manuela Medeiros (Parfois) protagonizou a maior ascensão de toda a lista ao saltar 47 posições para o 36.º posto.
A nível setorial, os profissionais de comunicação social elegeram a EDP, Sonae, Grupo Nabeiro, CGD e Vodafone como as organizações dotadas dos melhores departamentos de assessoria e comunicação. O relatório conclui que a notoriedade das marcas e a respetiva atividade comercial são os pontos mais fortes do tecido empresarial português, ao passo que as condições de trabalho e a transição digital — com foco no desenvolvimento da inteligência artificial — surgem como as principais áreas a necessitarem de investimento futuro. Para os gestores, o pensamento estratégico é o atributo mais elogiado, restando margem para melhorar a comunicação e as políticas de sustentabilidade ambiental e social.
Enrique Mañas, diretor-geral da Merco, sublinhou o forte elo de ligação entre o prestígio corporativo e o carisma dos gestores, comprovado pelo facto de mais de metade dos dez principais líderes gerirem organizações que integram simultaneamente o top 10 empresarial. A elaboração deste barómetro decorreu entre os meses de junho e outubro, envolvendo a recolha de 3.630 inquéritos junto de quadros diretivos, parceiros sociais, académicos, estudantes e cidadãos comuns. O processo incluiu ainda a monitorização digital de mais de 415 mil referências na internet e uma análise comparativa baseada em 29 critérios rigorosos das empresas, tendo a fiabilidade metodológica sido auditada de forma independente pela consultora KPMG.

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