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Política Nacional

Legislativas 2022: Pedro do Carmo | cabeça-de-lista do PS por Beja

Pedro do Carmo, de 50 anos, licenciado em direito, é o cabeça-de-lista do PS nestas Legislativas”

“A grande opção a 30 de janeiro é entre o certo com o PS e a incerteza com outras forças partidárias.

O certo de quem ao longo da nossa vida democrática e nos últimos anos nunca cedeu aos extremismos, às visões radicais e opções políticas lesivas da sociedade portuguesa como um todo, com as suas diferenças. O certo de uma governação do PS que mobilizou vontades para responder ao essencial para as pessoas e os territórios, ainda que estas tivessem pontos de partida muito diferentes em relação à Europa, à Economia e à realidade do país, onde pontua o Mundo Rural.

O incerto de quem, para chegar ao poder na Região Autónoma dos Açores, não hesitou em se associar à extrema-direita e às suas visões radicais.

O Partido Socialista sempre foi um partido com um sentido de equilíbrio e noção da realidade do país, sem permitir ultrapassagens de linhas vermelhas de senso, tolerância e coesão nacional.

Como cabeça de lista do PS por Beja reafirmo o compromisso de continuar a dar voz e a salvaguardar o Mundo Rural como parte fundamental do presente e do futuro que queremos construir. Foi o que fiz, é o que temos feito em ligação direta e proximidade com quem produz e com as comunidades locais, é o que pretendemos continuar a fazer, sem falhas.

Nenhum preconceito ideológico ou de circunstância deve colocar em risco o  Mundo Rural que temos, quem produz e quem contribui para as economias locais. Há comunidades e territórios que estiveram demasiadas vezes entregues a si próprios e resistiram. Não podem, agora que há vontade de valorizar o Interior, estar sujeitas a alterações radicais das dinâmicas e realidades existentes.

Ao invés do é que enunciado, o Mundo Rural não se defende com exclusões, como também não se salvaguarda através de visões radicais, insensíveis às pessoas e aos territórios não urbanos. A solução agora, como sempre, está no equilíbrio, na proximidade e na sustentabilidade. Só o Partido Socialista está em condições de assegurar esse perfil de governação, sintonizado com o Mundo Rural, respondendo aos problemas de sempre, às novas realidades resultantes da pandemia e aos desafios do futuro.

Sempre, mas sempre, tendo no centro das opções políticas, as pessoas e os territórios do nosso Mundo Rural.

A melhor defesa do Mundo Rural é uma grande votação no PS, a 23 e 30 de janeiro.”

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