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QUE O ANO COMECE

Pela primeira vez, desde há alguns anos, a colocação de professores decorreu sem incidentes e sem inseguranças quanto ao futuro daqueles que concorreram.

Os prazos foram cumpridos e, com este cumprimento, os professores conseguirão preparar o seu ano lectivo com alguma antecedência e segurança, algo que lhes tinha sido roubado nos últimos anos.

SILLY SEASON II OU A DESONESTIDADE DE ALGUMA IMPRENSA PORTUGUESA

Hoje alguma imprensa anunciou em êxtase que, em entrevista ao Público, Catarina  Martins afirmou que todos os dias se arrepende de pertencer à Geringonça.

O próprio jornal “Público” colocou a frase em destaque completamente retirada do contexto, com vem sendo hábito nos últimos tempos.

Lendo a entrevista na íntegra e colocando a frase no contexto, o que Catarina Martins afirma que todos os dias se arrepende de pertencer à geringonça mas que esse sentimento faz parte.

FALHANÇO OLÍMPICO

Durante estas semanas, temos assistido ao desenrolar dos jogos olímpicos que decorrem no Brasil.

Jogos estes sem dúvida históricos para os EUA que vêm um dos seus melhores atletas despedir-se da competição e o nascer daquela que poderá vir a ser uma das melhores ginastas da história.

Em outras modalidades, vemos países como os EUA e a Grã-Bretanha a crescer como nunca antes visto.

Estudando um pouco o percurso destes atletas, facilmente percebemos o motivo de tal sucesso que, para além da aptidão natural dos atletas, começa muito cedo.

SILLY SEASON

Com Agosto regressa a época dos incêndios e com ela a mesma história de todos os anos. Os problemas nos acessos ao terreno, a falta de limpeza das matas, os quilómetros de destruição e de terra queimada e o trabalho árduo e incansável dos bombeiros que passam horas a combater todos estes cenários, chegando mesmo a arriscar as suas próprias vidas.

Se todos os incêndios podem ser evitados? Seria o cenário idílico, mas meramente ilusório. Se grande parte dos incêndios podem ser evitados? Muito provavelmente.

O REINADO DA INSEGURANÇA

O medo. O medo de falhar. O medo de não estar à altura. O medo de que exista alguém melhor.

Em vários sectores da sociedade este é o factor que impera.

No laboral, as pessoas vão trabalhar num stress constante, sem certezas de futuro e sempre com o fantasma da crise por trás.

Na vida em sociedade há a pressão de se estar sempre bem e não deixar má imagem ou impressão.

Até na vida pessoal, a ansiedade impera, com o medo de não sermos suficientemente perfeitos junto daqueles que amamos e com os quais nos preocupamos.

A EUROPA FOI CONQUISTADA

Hoje um pouco por todo o Mundo, o acordar é de vitória e de sabor a objectivo cumprido. Hoje Portugal acorda campeão da Europa.

Momentos houve em que houve apenas 23 pessoas a acreditar na vitória, sendo elas o Seleccionador Nacional e os seus jogadores.

Muito se criticou e julgou mas nunca se ouviu Fernando Santos duvidar da equipa que liderava mesmo quando, como o próprio disse, tinha mais apoio de gregos do que de portugueses.

UMA FEIRA MAIS PEQUENA E SEM VIDA

Terminou ontem mais uma edição da Feira de S. João, evento que em pleno Verão costuma trazer vida e animação à cidade.

Alguma da programação recreativa prometia um resultado e uma adesão positivas, chamando não só o público habitual mas também um público mais jovem que poderia querer repetir a experiência nos próximos anos.

BREXIT, PESADELO OU MUDANÇA PARA FICAR TUDO NA MESMA?

Na passada quinta-feira, assistimos a um momento histórico na vida da União Europeia. O Reino Unido, através de referendo, votou a sua saída da União Europeia. Sexta-feira o mundo acordou em sobressalto com a notícia e com as consequências que poderão advir dessa tomada de decisão.

POR TODAS AS JO COX DO MUNDO

Ao longo desta semana, o Mundo chorou e ainda chora a morte de Jo Cox, violentamente assassinada enquanto participava numa acção de dinamização da campanha pela permanência do Reino Unido na União Europeia.

SOMOS TODOS ORLANDO?

Ontem o Mundo acordou com a notícia de um atentado em Orlando num bar gay em que morreram cerca de 50 pessoas e outras dezenas ficaram feridas.

Curiosamente, passando os olhos pelas diversas redes sociais, foi muito raro encontrar referências a este autêntico crime de ódio cometido em pleno século XXI.

Tal ausência de opinião faz-nos realmente pensar no quão sensíveis somos ao terrorismo como um todo.

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