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PROPOSTAS PS

Estamos perante um programa que se estende por cerca de noventa páginas o que nos vai implicar um pouco mais de espírito sintético que na crónica anterior.

O PROGRAMA DA COLIGAÇÃO

Começamos esta análise programática pelas Linhas de Orientação Geral para a Elaboração do Programa da Coligação PSD/CDS-PP (disponível em http://static.publico.pt/DOCS/Politica/linhascoliga%C3%A7ao.pdf).

A apresentação destas linhas avança com três desafios: A questão demográfica; A qualificação das pessoas e a competitividade das empresas e da economia.

PROGRAMAS E ANÁLISES

Ao longo desta semana foram apresentados os programas eleitorais de grande parte dos partidos com assento parlamentar.

PCP, PSD/CDS e PS deram a conhecer as principais linhas programáticas que defendem para o País nos próximos quatro anos.

Entre ameaças de regresso a pesadas heranças, mudanças nos impostos para as entidades patronais, e cortes com a Troika, os portugueses começam a poder perceber o que pretendem os partidos para Portugal.

Mais uma vez as diferenças entre esquerda e direita são notáveis.

PÃO E CIRCO?

Ao longo destes últimos dias, chegaram-me várias opiniões sobre o estado em que se encontram determinadas situações em Évora, sendo que já tive oportunidade de ver algumas presencialmente.

Em primeiro lugar, como já é do conhecimento público, a câmara e a entidade responsável pela instalação das escadas sitas junto à muralha durante a Feira de São João, acharam por bem colocar calços debaixo da estrutura metálica das escadas por forma a que estas chegassem às muralhas.

MUDANÇA?

Hoje realizam-se as eleições regionais em Espanha. Eleições esperadas e com muita especulação relativamente ao resultado.

Muitos acreditam que será o fim da coligação de direita em muitas regiões resultado que, inevitavelmente, irá afectar o Governo nacional, modelo de austeridade e cortes cegos, muito à semelhança do que sucede em Portugal.

O crescimento de plataformas independentes como o “Podemos” tem colocado um enorme ponto de interrogação nos resultados que, na hora em que esta crónica está a ser escrita, deixam tudo em aberto.

REGRESSO PARA QUE PAÍS?

Esta semana, por duas vezes, Cavaco Silva referiu-se à importância do regresso dos jovens emigrantes a Portugal.

Não posso deixar de notar que, após ter dedicado a sua vitória eleitoral aos jovens, esta seja a única vez que oiço Cavaco Silva dirigir-se-lhes em concreto, curiosamente no final do seu mandato.

Quase cinco anos se volveram e o Presidente da República não conseguiu proferir uma única palavra de apoio aos jovens do seu País, nem mesmo quando se ouviu o Primeiro-Ministro aconselhar os jovens a emigrar.

UM QUOTIDIANO UM POUCO DIFERENTE...

O dia começa cedo, como o de qualquer pessoa. Diriges-te à escola, ao trabalho ou ao centro de emprego mais próximo, mas já com a agenda estudada e previamente preparada para que, durante o dia, entre estudos, procura de emprego ou tarefas laborais, seja possível enviar convocatórias, preparar actividades, marcar reuniões e tirar dúvidas a eventuais interessados que vão surgindo.

Ao longo do dia, a atenção às notícias nacionais e locais é constante, uma vez que, na defesa dos interesses dos que representamos nada pode falhar.

DIREITOS COLECTIVOS VS PRIORIDADES PESSOAIS

Sou e sempre serei uma defensora do direito à greve, como fonte máxima do direito de defesa dos interesses dos trabalhadores.

Para mim, todo e qualquer trabalhador tem direito à greve na medida em que o exercício de tal direito não comprometa nem o seu futuro nem o futuro da sua entidade patronal. Pegando na já conhecida frase “a minha liberdade acaba onde começa a liberdade do outro”, podemos aplica-la a situações como a que se passa actualmente na TAP.

MUDANÇAS

O atraso na crónica desta semana deve-se a algumas mudanças a nível pessoal que me fizeram estar um pouco afastada das lides internáuticas e das notícias sobre o País.

De regresso à rotina do quotidiano, aproveitei para passar em resumo as notícias dos últimos dias e, estranhamente, muito pouco ou nada mudou.

PSD e CDS anunciaram um acordo (até ver irrevogável) de coligação para as eleições legislativas e presidenciais.

Novamente o Governo anuncia a sua intenção de proceder a cortes de pensões que, por mais do que uma vez já foram declarados inconstitucionais pelo Tribunal Constitucional.

Foi anunciado o corte na TSU das empresas, mantendo-se em segredo as consequências que poderão advir para os trabalhadores, nomeadamente em sede de aumento de impostos.

Continuam a ser realizados julgamentos em contentores a servir de salas de Tribunal.

VISÕES

Faz hoje uma semana que surgiu uma reportagem que denunciou claramente o actual estado dos hospitais públicos em Portugal.

A todas as histórias que já tinham vindo a público, foi dado um rosto e uma imagem chocante do estado em que os doentes são colocados nas urgências e do desespero de médicos e enfermeiros que estão no limite das suas capacidades, num esforço sobre-humano para conseguir chegar a todos os que precisam de ajuda.

O que vimos foi o estado real da saúde no nosso País comparado com as imagens que aparecem aquando de visitas ofici

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