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O MERCADO DA CONCORRÊNCIA

Já há algum tempo que não ando de táxi, nem nunca experimentei as plataformas Uber e Cabify mas, depois do sucedido esta semana a minha certeza é uma: muito dificilmente voltarei a entrar num táxi.

Durante anos recorri com alguma frequência aos táxis e posso dizer que apanhei um pouco de tudo.

Desde profissionais que desrepeitavam os limites de velocidade de forma excessiva, a profissionais que reclamavam de distâncias curtas e procuravam o caminho mais longe.

O RECONHECIMENTO MERECIDO

Esta semana provou-se que, para além dos jogos de poder e de interesses carreiristas, o mérito ainda tem algum espaço na União Europeia.

Após todas as votações que teve que enfrentar e da candidatura de uma nova candidata promovida pela Comissão Europeia, António Guterres venceu a eleição para Secretário-Geral das Nações Unidas.

Aquando das presidenciais, muitos o apontaram como o único candidato capaz de derrotar Marcelo Rebelo de Sousa, sendo que Guterres se apressou a informar que não seria sua intenção concorrer a tal cargo.

VIDAS DESLOCADAS

O dia começa cedo. Há trânsito a evitar pelo que um minuto de preguiça equivale a vários minutos em filas intermináveis.

Da véspera o cansaço de mais uma viagem da primeira para a segunda casa. São poucas horas de caminho mas, por vezes, a distância quase equivale a um oceano.

A rotina diária começa a ser feita. Durante o dia um telefonema para contar as peripécias do membro mais recente da família e o coração apertado por, mais uma vez, não ter estado lá.

O DESVIAR DA CULPA

Na sequência da carta pública da concelhia da JS Évora ao Presidente da Câmara Municipal, o próprio chamou-nos para uma reunião por forma a discutirmos um pouco melhor tudo o que se tem passado em redor da falta de limpeza da cidade e da manutenção dos equipamentos de recolha de lixo.

Na sequência dos esclarecimentos pedidos na carta, o Sr. Presidente informou que a situação está a ser tratada sendo que, ainda inexplicavelmente, não conseguiu dar garantias que a situação não se repetisse em anos futuro, tendo sido dito pelo próprio que “prognósticos só no fim do jogo”.

A FALSA HUMILDADE NÃO PODE ENGANAR

Confesso que sempre admirei o Juíz Carlos Alexandre, pela postura, pela coragem e pela forma como geria os seus processos e a exposição mediática dos mesmos.

Foi fácil, de início, acreditar na imagem de seriedade transmitida e que se prolongou por algum tempo.

Ao longo do tempo e com o acompanhamento de alguns dos processos mais mediáticos a nível nacional, o chamado “super juiz” começou a mostrar as suas verdadeiras características.

Desde medidas e argumentações incongruentes e posturas que, cada vez mais se afastam daquelas que um magistrado deverá adoptar.

QUE O ANO COMECE

Pela primeira vez, desde há alguns anos, a colocação de professores decorreu sem incidentes e sem inseguranças quanto ao futuro daqueles que concorreram.

Os prazos foram cumpridos e, com este cumprimento, os professores conseguirão preparar o seu ano lectivo com alguma antecedência e segurança, algo que lhes tinha sido roubado nos últimos anos.

SILLY SEASON II OU A DESONESTIDADE DE ALGUMA IMPRENSA PORTUGUESA

Hoje alguma imprensa anunciou em êxtase que, em entrevista ao Público, Catarina  Martins afirmou que todos os dias se arrepende de pertencer à Geringonça.

O próprio jornal “Público” colocou a frase em destaque completamente retirada do contexto, com vem sendo hábito nos últimos tempos.

Lendo a entrevista na íntegra e colocando a frase no contexto, o que Catarina Martins afirma que todos os dias se arrepende de pertencer à geringonça mas que esse sentimento faz parte.

FALHANÇO OLÍMPICO

Durante estas semanas, temos assistido ao desenrolar dos jogos olímpicos que decorrem no Brasil.

Jogos estes sem dúvida históricos para os EUA que vêm um dos seus melhores atletas despedir-se da competição e o nascer daquela que poderá vir a ser uma das melhores ginastas da história.

Em outras modalidades, vemos países como os EUA e a Grã-Bretanha a crescer como nunca antes visto.

Estudando um pouco o percurso destes atletas, facilmente percebemos o motivo de tal sucesso que, para além da aptidão natural dos atletas, começa muito cedo.

SILLY SEASON

Com Agosto regressa a época dos incêndios e com ela a mesma história de todos os anos. Os problemas nos acessos ao terreno, a falta de limpeza das matas, os quilómetros de destruição e de terra queimada e o trabalho árduo e incansável dos bombeiros que passam horas a combater todos estes cenários, chegando mesmo a arriscar as suas próprias vidas.

Se todos os incêndios podem ser evitados? Seria o cenário idílico, mas meramente ilusório. Se grande parte dos incêndios podem ser evitados? Muito provavelmente.

O REINADO DA INSEGURANÇA

O medo. O medo de falhar. O medo de não estar à altura. O medo de que exista alguém melhor.

Em vários sectores da sociedade este é o factor que impera.

No laboral, as pessoas vão trabalhar num stress constante, sem certezas de futuro e sempre com o fantasma da crise por trás.

Na vida em sociedade há a pressão de se estar sempre bem e não deixar má imagem ou impressão.

Até na vida pessoal, a ansiedade impera, com o medo de não sermos suficientemente perfeitos junto daqueles que amamos e com os quais nos preocupamos.

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