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Embraer chegou a Évora em 2012 e já emprega 570 pessoas

A gigante brasileira chegou ao Alentejo para ficar. Estávamos no final de 2012 quando o terceiro maior construtor de aviões do mundo abriu as portas das duas fábricas instaladas em tempo recorde em Évora, com um custo de cerca de 180 milhões de euros e cerca de 4 anos depois de ter dado início à preparação da operação.

A empresa prometia então a criação de 600 empregos diretos e 1 200 indiretos.

Hoje, cinco anos depois, a empresa soma para já 450 empregos diretos e 120 postos de trabalho indiretos, constituídos por prestadores de serviços, o que faz dela a segunda maior empregadora privada do Alentejo, depois da TE Connectivity, com 1700 empregados diretos e mais de 500 indiretos, também em Évora.

Entretanto já construiu uma unidade de investigação de engenharia e tecnologia, expandiu as fábricas iniciais em mais 8 mil metros quadrados e fez no ano passado no Paris Air Show, vendas de 583 milhões de euros com o modelo E195-E2, cujas asas estão a ser fabricadas em Évora, para levantarem voo em 2019.

A produzir peças para os E-Jets e os E2, de Évora saem componentes para os Phenom 100, Legacy 450, 500 e 650 e para o avião militar KC-390.

Imagem de capa de eco.pt

 

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