Após quase 20 anos, Campo Maior volta a receber, a partir de hoje, quinta-feira (22), e até ao próximo domingo (25), no Jardim Municipal, a Feira Nacional de Olivicultura (FNO), promovida pelo Centro de Estudos e Promoção do Azeite do Alentejo (CEPAAL) e pelo município de Campo Maior, noticia a Gazeta Rural.
Trata-se do certame de “maior tradição do setor, cuja génese remonta aos anos oitenta do século passado”, afirma a organização, em comunicado, citado pela mesma fonte.
Esta feira leva ainda até Campo Maior, pela primeira vez, o Congresso Nacional do Azeite, que vai para a 8.ª edição e que se realiza no Centro Cultural, entre hoje, quinta-feira (22), e amanhã, sexta-feira (23).
O evento promete centrar atenções no passado, no presente e no futuro da olivicultura nacional, sendo um ponto de encontro para profissionais, entusiastas e curiosos deste setor. A edição deste ano é uma oportunidade para analisar e debater a riqueza e a diversidade do azeite nacional, enquanto, simultaneamente, se promovem a inovação e a sustentabilidade neste setor.
Em declarações à Gazeta Rural, o presidente do município, Luís Rosinha, sublinhou a importância do regresso do certame a Campo Maior, concelho que descreve como industrial, com uma grande presença do mundo rural, sendo os grandes destaques o olival e a vinha. O autarca deixou ainda um desafio ao governo, pedindo para que este olhe de forma diferente para todos aqueles que pretendem viver no interior do país.
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Fotografia de publico.pt
