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Jorge Rosa

Museu de Beja passa para o Ministério da Cultura com direitos dos trabalhadores assegurados

A garantia é dada pela Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo, CIMBAL, que aprovou por unanimidade a transferência da gestão do Museu Regional Rainha D. Leonor para a rede do Ministério da Cultura, e cuja responsabilidade passa a ser da Direção Regional da Cultura do Alentejo.

Baixo Alentejo considera prioritários investimentos em estradas, ferrovia e no aeroporto

A Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo (CIMBAL) identificou como prioridades de investimento para o Programa Nacional de Investimentos (PNI 2030). que está em consulta pública, os sectores da Mobilidade e Transportes.

Mértola inicia construção de lar de 3 milhões de euros

O município de Mértola lança a primeira pedra do futuro Lar das Cinco Freguesias no próximo sábado, dia 8 de setembro.

O lar de dois pisos, com sala de enfermagem, terá capacidade para 63 pessoas representa um investimento de cerca de 3 milhões de euros. A construção tem projetados 18 quartos individuais, 21 quartos duplos e três quartos triplos, várias salas de convívio, inclui valência de apoio domiciliário e criará, segundo o município, entre 25 a 30 postos de trabalho.

JORGE ROSA É O NOVO PRESIDENTE DA COMUNIDADE INTERMUNICIPAL DO BAIXO ALENTEJO

O socialista Jorge Rosa, presidente da Câmara de Mértola, foi ontem eleito presidente da Comunidade Intermunicipal do Baixo Alentejo (CIMBAL), que reúne 13 dos 14 municípios do distrito de Beja.

Jorge Rosa foi eleito na primeira reunião do novo conselho intermunicipal, que é composto pelos presidentes das 13 câmaras municipais eleitos nas últimas eleições autárquicas.

Como vice-presidentes da CIMBAL foram eleitos o novo autarca de Beja eleito pelo PS, Paulo Arsénio, e Tomé Pires, presidente da Câmara de Serpa eleito pela CDU.

DESABAMENTO IMPEDE HÁ MAIS DE 3 MESES CIRCULAÇÃO ENTRE MÉRTOLA E HUELVA

Um desabamento de terras na estrada que liga Pomarão em Mértola a El Granado, em Huelva tornou desde o dia 5 de dezembro do ano passado intransitável a Ponte do Chança. As duas localidades, portuguesa e espanhola têm criticado fortemente a inércia das autoridades espanholas, já que o lado português limpou o desabamento poucos dias depois deste ter acontecido.

O caso já originou protestos no passado fim de semana por parte de populares e empresários portugueses e espanhóis que se queixam de grandes danos económicos e sociais causados pelo corte da estrada.