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Plano de Regadio 20/30 em discussão pública

O Estudo “Regadio 20|30 – Levantamento do Potencial de Desenvolvimento do Regadio de Iniciativa Pública no Horizonte de uma Década”, realizado pela EDIA, em parceria com mais de uma dezena de entidade, está em consulta pública até 14 de janeiro.

EDIA promove filme sobre as alterações climáticas nos montados ibérico

Inaugura no próximo dia 28 de outubro, pelas 16h00, a exposição SUSTENTAR, um conjunto de trabalhos desenvolvidos por 6 artistas sobre 6 iniciativas que foram, ou estão a ser, implementadas no território nacional como resposta aos desafios ecológicos e sociais que enfrentamos. 

Capital da EDIA aumenta 7,6 milhões de euros

O Estado decidiu proceder ao aumento capital da EDIA – Empresa de Desenvolvimento e Infra-Estruturas do Alqueva em cerca de 7,6 milhões de euros, através da emissão de 1.535.817 de ações nominativas, no valor de 5 euros cada.

A informação é avançada pelo Jornal Económico que cita a empresa responsável pelo investimento e gestão no projeto de regadio do Alqueva.

A aprovação ocorreu no início de agosto e por deliberação social unânime e escrita, e já foi comunicada à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

 

Imagem de cnpgb.apambiente .pt

Alqueva revela "tesouros arqueológicos" em Redondo

A partir de amanhã, 31 de julho, a exposição Alqueva: Arqueologia nos Novos Caminhos da Água, vai estar no Museu Regional do Vinho de Redondo.

Trata-se de uma exposição itinerante, resultado do investimento da EDIA na vertente de património cultural que permitiu trazer à luz do dia inúmeros vestígios arqueológicos preservados no subsolo, grande parte deles desconhecidos da comunidade científica, identificados no âmbito dos processos de Avaliação de Impacte Ambiental, mas principalmente durante os trabalhos de mobilização de terras, em contexto de obra.

Olival moderno não representa ameaça ao Alentejo

São as conclusões do mais recente estudo, que confirma que Olival é cultura com baixas exigências hídricas e adaptada ao Alqueva.

EDIA aumenta capital social em 7,7 milhões de euros

A EDIA, Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva, fez novo aumento de capital social em 7,7 milhões de euros, através da subscrição do Estado. A ação decorreu em duas fases, uma em março e agora em agosto, com a emissão de 673.928 novas ações e 866 mil novas ações, respetivamente.

As novas ações da EDIA foram subscritas pelo Estado português a cinco euros por ação e que significam um aumento de capital de cerca de 7,7 milhões de euros.

Bloco de rega de Viana do Alentejo já está em construção

Segundo a EDIA, Empreendimento de Fins Múltiplos de Alqueva, já está em construção o bloco de rega que vai abranger cerca de 4 600 hectares de terra cultivável.

Ao todo a obra inclui 36 quilómetros de condutas, 11 dos quais são adutores principais e 25 de redes de rega. Este novo bloco de rega terá ainda cerca de 2 km de redes viárias e de 31 hidrantes que servem 91 bocas de rega.

Covid 19 - Empresa de Alqueva restringe acesso e visitas

A EDIA aprovou o Plano de Contingência para o Coronavírus (COVID19), com base nas recomendações da Direção-Geral da Saúde e do despacho emitido pelas ministras da Saúde, do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.

Esta medida surge com o objetivo de fazer face à propagação da infeção humana pelo coronavírus COVID-19 e de proteger a saúde de todos quantos trabalham e frequentam a EDIA, ao mesmo tempo que se assegura o funcionamento dos órgãos e serviços da Empresa.

Alqueva faturou 19,2 milhões com água para rega. Mais 5,5 milhões que em 2018

A empresa que gere a barragem de Alqueva facturou 19,2 milhões com o negócio de distribuição de água para rega em 2019, mais 5,5 milhões do que em 2018, avança a edição de hoje do Público.

O aumento de 5,5 milhões na faturação foi resultado do aumento da área regada e do consumo com a seca.

Alqueva faturou 19,2 milhões com água para rega

A empresa que gere a barragem de Alqueva facturou 19,2 milhões com o negócio de distribuição de água para rega em 2019, mais 5,5 milhões do que em 2018, avança a edição de hoje do Público.

O aumento de 5,5 milhões na faturação foi resultado do aumento da área regada e do consumo com a seca.

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