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A longa metamorfose do vinho alentejano

O vinho alentejano mudou muito nos últimos 30 anos e sempre com um crescimento significativo.

No 11.º Simpósio de Vitivinicultura do Alentejo, que decorreu nesta semana, Francisco Mateus, presidente da Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA) revelou que dos 720 mil litros certificados em 1990, o vinho alentejano passou a ter 85 milhões de litros em 2018.

Os vinhos D.O.C. alentejanos são hoje 37% do volume nacional e representam ainda 41% o que demonstra a clara valorização do “néctar” alentejano quer interna, quer externamente – 8,1% no volume e 8,4% no valor de exportação – onde, apesar de um decréscimo nos volumes de venda, o preço médio da garrafa aumentou.

O Alentejo é detém hoje 11,7% da área de vinha em Portugal – um total de 22 mil hectares – que representam 17,8% da produção de vinho.

O simpósio, realizado no Porto, e que se realiza de três em três anos, focou-se muito sobre o futuro e a sustentabilidade do setor do vinho em termos económicos, sociais e ambientais e foi promovido pela CVRA, Associação Técnica dos Viticultores do Alentejo (ATEVA), Universidade de Évora, Direção Regional de Agricultura e Pescas e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) do Alentejo.

 

 

Imagem de dinheirovivo.pt

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