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ÉVORA: MUNICÍPIO GARANTE FUNCIONAMENTO DO NOVO COMPLEXO DESPORTIVO

O presidente da Câmara Municipal de Évora garante que só agora ficaram concluídas as obras de construção do novo complexo desportivo da cidade, que teve um investimento de 1,5 milhões de euros. Segundo Carlos Pinto Sá, “o complexo estará em condições de ser inaugurado, porque já tem a parte elétrica e a certificação, e, portanto, já não há razões para continuar a adiar a sua abertura, tendo em vista servir a população e os clubes”, afirmou em declarações à Renascença.

O presidente da Câmara Municipal de Évora garante que só agora ficaram concluídas as obras de construção do novo complexo desportivo da cidade, que teve um investimento de 1,5 milhões de euros. Segundo Carlos Pinto Sá, “o complexo estará em condições de ser inaugurado, porque já tem a parte elétrica e a certificação, e, portanto, já não há razões para continuar a adiar a sua abertura, tendo em vista servir a população e os clubes”, afirmou em declarações à Renascença.

Contudo, a obra e o terreno são da responsabilidade do Instituto Português do Desporto e Juventude (IPDJ), que estabeleceu uma parceria com a autarquia. A quem a Câmara de Évora apresentou uma proposta de gestão do equipamento, com a condição de que teriam acesso ao espaço o Clube de Rúgbi, a Associação de Atletismo, outros clubes desportivos, as escolas, a Universidade de Évora e qualquer cidadão a título individual. Avaliados os custos, a proposta foi aceite na globalidade. Mas a decisão tem sido adiada, ao ser “transmitido que era preciso fazer um acordo, o que acarretava alguns problemas que tinham de ser ultrapassados”, refere Carlos Pinto de Sá, aguardando, até ao momento, que o Instituto Português do Desporto e Juventude revele os termos definitivos para uma eventual gestão municipal do novo complexo desportivo.

A proposta apresentada pela Câmara de Évora passa pela gestão do complexo com os atuais meios que a autarquia dispõe. Pois, “um complexo desportivo precisa de um diretor técnico, precisa de um conjunto de técnicos. Alguém tem de lhes pagar. Nós estimamos que, no mínimo, ande entre os 120 mil e os 140 mil euros por ano e, obviamente, tem que haver uma estrutura que assegure esta gestão e que garanta períodos alargados, a nosso ver, de funcionamento. Apontamos para que o complexo desportivo possa trabalhar entre as sete da manhã e as dez da noite”, acrescenta o autarca. O que representa “um esforço financeiro”, mas que vale a pena, diz, tendo em conta que “Évora infelizmente tem muito poucas infraestruturas de vários tipos e em termos de desporto”, nomeadamente ao nível do atletismo.

Desta forma, a entrada em funcionamento do novo complexo desportivo vai permitir que Évora deixe de ser a única capital de distrito que não dispõe de uma pista de atletismo. Este projeto inclui também um campo de râguebi, entre outras valências para várias modalidades.

Créditos da imagem aqui.

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