Tribuna Alentejo
fcccc
Alentejo Litoral

CRISE NO HOSPITAL DO LITORAL ALENTEJANO AGUDIZA-SE

Risco de funcionamento do serviço de paliativos e encerramento do serviço de convalescença do Hospital do Litoral Alentejano levaram esta semana primeiro o Presidente da Câmara Municipal de Santiago do Cacém, Álvaro Beijinha, e agora a totalidade dos autarcas do Litoral Alentejano, a pedir "com caráter de urgência", uma reunião com o Ministério da Saúde.

Os autarcas de Alcácer do Sal, Grândola, Santiago do Cacém, Sines e Odemira e o presidente do Conselho Intermunicipal do Alentejo Litoral, Vítor Proença, fazem coro contra a falta de recursos humanos naquela unidade hospitalar, que estão a colocar "em risco o funcionamento do serviço de paliativos e mesmo o encerramento do serviço de convalescença, situação confirmada pelo Presidente do Conselho de Administração da ULSLA, Luís Matias".

A juntar-se às críticas dos municípios surgem as das Comissões de Utentes do Litoral Alentejano que consideraram ontem existir uma "tentativa de encerramento de diversos serviços no HLA", resultado de subfinanciamento e da falta de profissionais de saúde naquela unidade hospitalar.

Imagem de capa de setubalmais.pt

 

Artigos relacionados

Crise na produção de arroz ameaça agricultores de Alcácer do Sal

Redação Alentejo

Sines precisa de 10 milhões € para intervir com urgência na rede de saneamento e distribuição de água. Pedido já foi feito ao Governo

Redação Alentejo

Grândola faz 482 anos com um mês de comemorações

Redação Alentejo

Sobe para 11,5 toneladas a droga apreendida na costa portuguesa. Só ontem em Odemira, Sines e Figueira foram 6,5 toneladas

Redação Alentejo

Mais de meia tonelada de cocaína e haxixe deram à costa em Grândola

Redação Alentejo

Crianças de Odemira inauguram a sua nova biblioteca escolar

Redação Alentejo