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Baixo Alentejo

Moura adquire 3 viaturas para Bombeiros e Proteção Civil

A Câmara Municipal de Moura adquiriu três novas viaturas destinadas à Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Moura e ao Serviço Municipal de Proteção Civil de Moura, num investimento de mais de 275 mil euros.

Em comunicado, a autarquia explica que esta aquisição surge no âmbito de uma candidatura apresentada ao programa operacional Alentejo 2030, com um fundo aprovado de 234.169 euros (FEDER).

A iniciativa “visa a concretização de investimentos que contribuam para a mitigação das consequências das alterações climáticas, promovendo o aumento da segurança territorial e o reforço da resiliência face a eventos extremos de incidência local, nomeadamente os incêndios rurais”.

Neste sentido, “foram identificados investimentos estratégicos que permitem reforçar a capacitação das entidades do concelho, dotando-as de meios materiais que asseguram uma atuação mais eficaz e eficiente na proteção de pessoas e bens”, garante a mesma fonte.

Assim, no âmbito desta operação, os Bombeiros Voluntários de Moura irão receber um veículo ligeiro de combate a incêndios, enquanto o Serviço Municipal de Proteção Civil de Moura ficará equipado com um veículo de transporte de pessoal e um veículo de posto de comando operacional.

Esta candidatura contempla ainda a aquisição de 44 equipamentos de proteção individual (EPI) destinados aos Bombeiros Voluntários de Moura, bem como de um equipamento de utilização coletiva (drone) para o Serviço Municipal de Proteção Civil.

De acordo com o município, estes equipamentos serão entregues após a conclusão do respetivo procedimento de aquisição.

Para a mesma fonte, com este investimento “pretende-se promover a adaptação às alterações climáticas, a prevenção de riscos de catástrofe e o reforço da resiliência territorial, melhorando simultaneamente a capacidade de intervenção dos agentes de proteção civil”.

Além disso, o objetivo passa por “aumentar o nível de preparação para a avaliação, antecipação e gestão de riscos, contribuindo para a proteção da população e do património local”, assim como aumentar a “eficiência da resposta operacional e a minimização de danos, salvaguardando vidas humanas e reduzindo perdas, quer através da diminuição da probabilidade de ocorrência de situações de risco, quer pela redução da exposição aos mesmos”.

 

Fotografia de facebook.com

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