Tribuna Alentejo
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Baixo Alentejo

Deputados alentejanos questionam Governo sobre a falta de médicos no Baixo Alentejo

Os deputados socialistas Pedro do Carmo e Telma Guerreiro, eleitos por Beja, questionaram o governo sobre que medidas pretende o governo adotar para combater o problema da falta de médicos especialistas em Saúde pública na Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo.

Em pergunta dirigida ao Ministério da Saúde sustentam que “A situação de emergência de saúde pública que vivemos, declarada pela Organização Mundial de Saúde (OMS), para a infeção por SARS-CvO-2, a 30 de janeiro de 2020, e com a posterior declaração de Pandemia decretada a 11 de março de 2020, justificou um leque de medidas excecionais, em particular no Serviço Nacional de Saúde (SNS). “.

“A saúde já era a área programática do Governo com maior prioridade, com a emergência da atualidade o Governo reforçou essa prioridade assegurando os meios necessários de modo a garantir o acesso a cuidados de saúde de qualidade, em ambiente seguro para utentes e profissionais e, com uma vocação de cumprimento dos tempos máximos de resposta garantidos. Assegura esta prioridade reforçando o Orçamento de Estado de 2020 que reitera no Orçamento de Estado para 2021, com um aumento de cerca de 467,8 milhões de euros e com o reforço de 8.400 profissionais de saúde.”, afirmam os socialistas.

Pedro do Carmo e Telma Guerreiro sublinham que “A pandemia de COVID-19 veio evidenciar a importância de uma reforma abrangente dos serviços de saúde publica, que coloque a prevenção da doença e a proteção da saúde dos cidadãos no centro das políticas de saúde. Com esta evidencia os médicos de saúde pública viram valorizada a sua especialidade e os desafios da profissão evidenciaram-se. Também ficou evidente a falta de profissionais nesta área. O Orçamento de Estado para 2021, aprovado no dia 26 de novembro de 2020, e com ele o reforço de médicos com grau de especialistas em saúde pública. A Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo, está na iminência de ficar sem médicos de saúde pública, situação que seria preocupante em qualquer contexto, agudizando-se ainda mais neste momento de pandemia em que estes médicos são convocados para as ações de prevenção e rastreio, na grande missão da salvaguarda da segurança sanitária das comunidades.”.

Os deputados do Partido Socialista perguntam ao governo “que ações está a tomar o Governo para resolver este problema da falta de médicos especialistas em Saúde pública na ULSBA?”.

Nos termos regimentais, o governo tem 30 dias para responder.

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