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Saúde

Hospital de Portalegre investe 3,2M€ em bloco de partos e psiquiatria

A administração do hospital de Portalegre vai investir mais de 3,2 milhões de euros em 2024, na remodelação do bloco de partos e na requalificação do departamento de psiquiatria e saúde mental.

Em declarações à agência Lusa, o presidente do conselho de administração da Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano (ULSNA), Joaquim Araújo, revelou que vai avançar a remodelação do bloco de partos, num investimento superior a 1,2 milhões de euros.

As obras vão permitir criar um bloco cirúrgico para a especialidade de ginecologia/obstetrícia, explicou.

O responsável da ULSNA, que falava à margem da cerimónia que assinalou na quarta-feira o 49º. aniversário do hospital de Portalegre, explicou que este equipamento “vai dar maior autonomia e permitir experiências gestionárias” que conduzam à qualidade dos cuidados de saúde.

Além deste projeto, a ULSNA vai investir “dois milhões de euros” na remodelação e requalificação do departamento de psiquiatria e saúde mental daquela unidade hospitalar.

“Estas duas obras já estão adjudicadas, aguardam visto do Tribunal de Contas e, em breve, vão iniciar e são para terminar no final de 2024”, disse o presidente.

Os dois investimentos no Hospital Dr. José Maria Grande, em Portalegre, vão ser financiados na totalidade pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

Em dia de aniversário do hospital, os convidados da cerimónia visitaram os serviços de ortopedia e de pediatria, recentemente requalificados, e o novo serviço de ressonância magnética nuclear, equipamento que aquele hospital não possuía.

De acordo com o presidente do conselho da administração da ULSNA, estes equipamentos contaram com um investimento de “cerca de 3,5 milhões de euros”.

Atualmente, decorrem neste hospital alentejano as obras do novo serviço de cuidados intensivos, a inaugurar “em breve”, num investimento de “cerca de sete milhões de euros”, incluindo os equipamentos, adiantou ainda a mesma fonte.

No próximo ano, a ULSNA vai passar a denominar-se Unidade Local do Alto Alentejo, situação que Joaquim Araújo não interpreta “apenas como uma mudança de nome”, mas que implica sim responsabilidades acrescidas.

“Não é apenas uma mudança de nome, porque vamos incorporar o laboratório de saúde pública que vai trazer novas responsabilidades. Há outras responsabilidades que também virão e que vamos assumir”, disse.

 

Fotografia de radioportalegre.pt

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