Tribuna Alentejo
crome
Alentejo Central

Évora quer salvaguardar Cromeleque dos Almendres

É considerado um dos monumentos mais relevantes do megalitismo europeu, mas as condições em que se encontra e os acessos não são condizentes com esta relevância.

Composto por diversas estruturas megalíticas -cromeleque, menir e pedras – foi descoberto pelo investigador Henrique Leonor Pina, em 1964, aquando do levantamento da Carta Geológica de Portugal; este cromeleque situa-se a cerca de 12 quilómetros de Évora, num terreno privado na Herdade dos Almendres, e com acesso livre.

Após um acordo com os proprietários do terreno, a Câmara de Évora quer agora fazer um plano de salvaguarda do Cromeleque, definindo “medidas e intervenções que devem ser tomadas para garantir a preservação e o acesso", não avançado, para já com nenhuma proposta concreta.

O Cromeleque dos Almendres está classificado como Monumento Nacional e conta, desde junho, com um centro interpretativo, situado na aldeia de Guadalupe, perto do monumento, e que surgiu de uma parceria do município com a empresa Ebora Megalithica.

 

Imagem de .wikimedia.org

Artigos relacionados

Alentejo Central celebra 50 anos do Poder Local Democrático

Redação Alentejo

Câmara de Évora reestruturou Serviço de Limpeza e Higiene Pública e confia que os resultados se tornarão visíveis a curto prazo

Redação Alentejo

Estremoz acolhe conferência internacional sobre os Caminhos de Santiago

Redação Alentejo

Executivo da Câmara de Évora faz balanço de um ano de mandato com a comunicação social local

Redação Alentejo

Especialistas de cadastro predial e topógrafos estiveram reunidos este fim-de-semana em Évora

Redação Alentejo

GNR detém casal em Vendas Novas por violência doméstica agravada ao próprio filho de 3 anos

Redação Alentejo