O Dark Sky Alqueva, primeiro destino de astroturismo nacional, foi um dos grandes destaques da 32.ª Gala Europeia dos World Travel Awards, que se realizou na passada quarta-feira (22), ao conquistar os troféus das categorias “Europe’s Leading Tourist Attraction” e “Europe’s Leading Responsible Tourism”, pode ler-se em comunicado.
Até 2024, já contava com 13 troféus. Entre estes, quatro foram conquistados na Gala Mundial que reúne os vencedores continentais.
Na Gala Europeia deste ano, o Dark Sky Alqueva “manteve o reconhecimento no âmbito do seu trabalho em torno do Turismo Responsável, elemento fundamental para um destino que se deseja que cresça de forma sustentável e que proporcione cada vez mais valor acrescentado à região”.
Este ano, triunfou também, pela segunda vez, na categoria de Atração Turística, superando atrações como a Torre Eiffel, o Coliseu de Roma, a Sagrada Família ou o Palácio de Buckingham.
No mesmo documento, o Dark Sky Alqueva sublinha ser “uma enorme honra” conquistar um troféu “numa categoria tão desejada, mas difícil de conquistar, por diversos motivos”. “É, sem dúvida, um reconhecimento que demonstra o potencial do astroturismo, desde que desenvolvido com o foco na qualidade, na sustentabilidade e sempre com a missão de proteção do céu noturno bem presente”, acrescenta, destacando que só se chega a este patamar com a ajuda de todos: com “o trabalho árduo de back office liderado pela Apolónia Rodrigues”, com o “importante trabalho do Astrofotógrafo Oficial Dark Sky Miguel Claro”, com o acolhimento da “equipa do Observatório Oficial Dark Sky Alqueva, Rebecca Slade, João Freire e João Prego”, e com “a Rede Oficial de Parceiros, que inclui alojamentos, empresas de animação turística, restaurantes, guias-intérpretes, lojas de produtos regionais, entre outros”.
Também os apoios atribuídos pelo Turismo de Portugal “têm sido fundamentais para a melhoria das condições básicas de receção ao turista no Observatório Oficial”, na Aldeia da Cumeada, frisa. O mesmo acontece com o apoio da Fundação La Caixa, que tem tornado possível, entre outras ações, melhorar a “capacidade de captar e tratar dados que permitem analisar em tempo real as condições do destino face aos critérios de certificação Starlight”.
Este projeto, que começou a sua história no ano de 2007, tornou-se, em 2011, o primeiro “Starlight Tourim Destination” do mundo e, em 2018, o primeiro transfronteiriço.
Fotografia de lisboasecreta.co
