Tribuna Alentejo
pa
Baixo Alentejo

BEJA: “SEREMOS UMA CÂMARA POSITIVA E NÃO DO CONTRA OU DA TERRA QUEIMADA”

Paulo Arsénio, que foi eleito presidente da Câmara Municipal de Beja pelo PS, já está no exercício das suas funções e, no discurso de tomada de posse apontou a recuperação da "auto-estima" e a captação de investimento como prioridades para os próximos 4 anos.

Segundo Paulo Arsénio, o novo executivo municipal será "parceiro" dos “Governos, das instituições particulares de solidariedade social, coletividades, associações, escolas, sindicatos, organizações empresariais e demais autarquias do país”, "numa lógica de unir esforços para fazer o melhor por Beja".

"Seremos uma câmara positiva e não uma câmara do contra nem uma câmara da terra queimada", disse Paulo Arsénio referindo que “algumas das medidas que vêm do anterior executivo e que consideramos positivas serão para manter”. O novo executivo relevou que quer fazer melhor e diferente, que irá tratar o concelho de Beja como se da sua "própria casa se tratasse", e que tudo fará para que haja "sempre os maiores consensos possíveis" sobre as várias matérias em relação às quais a Câmara e a Assembleia Municipal de Beja terão que decidir.

Os novos órgãos autárquicos do concelho de Beja tomaram ontem posse, numa cerimónia que decorreu, pelas 11 horas, no Salão Nobre dos Paços do Concelho.

Artigos relacionados

Despiste de autocarro em Beja faz uma vítima mortal e dois feridos graves. Motorista terá desmaiado antes de perder controlo da viatura

Redação Alentejo

Beja lança programa de alojamento urgente para dar resposta a mais de 1000 sem-abrigo. Programa é financiado pela União Europeia

Redação Alentejo

Governo promete três novas automotoras Stadler FLIRT para Beja em 2027

Redação Alentejo

KC-390 vão ser certificados em Beja. Base Aérea vai acolher formação e testes ao EMBRAER militar

Redação Alentejo

Câmara de Ourique transforma edifício municipal em cinco novas habitações para entregar a famílias

Redação Alentejo

Alqueva criou riqueza e modernizou a agricultura mas não fixou população nem combateu as desigualdades regionais, diz novo estudo

Redação Alentejo