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O ACTO DE SECUNDARIZAÇÃO DA DEMOCRACIA

Na última quinta-feira tivemos a oportunidade de assistir em plena Assembleia da República, a casa da democracia portuguesa e órgão máximo da mesma, a uma pura demonstração de como uma nação cuja Constituição foi elaborada há 40 anos, sob a égide dos valores democráticos depois de tantos anos de autoritarismo, consegue rejeitar uma condenação apresentada pelo PS e BE relativa ao caso dos 17 ativistas presos em Angola por terem na sua posse um livro intitulado Da Ditadura para a Democracia, e acusados de coautoria de actos preparatórios para uma rebelião e associação criminosa.

SIM, O VATICANO É IMPORTANTE!

Em primeiro lugar quero em jeito de defesa de honra pré guilhotina social, motivada por possíveis susceptibilidades feridas que possam surgir após a leitura desta crónica alegar que: Sou convictamente e profundamente ateu! Não acredito no «Homem invisível que vive no céu a olhar para tudo o que fazemos, a todos os minutos de todos os dias da nossa vida. Homem esse que tem uma lista especial de 10 coisas que não se devem fazer, e que se fizermos uma dessas coisas, ele tem um sítio especial para nós!

O PERIGO DA IMPREVISIBILIDADE

Esqueçam Bush Pai ou Bush Filho, esqueçam John McCain, Ted Cruz, Marco Rúbio ou Mitt Romney. Se existe alguém que os considere extremos, incoerentes, populistas, e como dizem os próprios americanos, completos warheads, chegou Donald Trump para quebrar todas as barreiras que se julgavam estabelecidas no Partido Republicano.

O “BREXIT”, WINSTON CHURCHILL E DE GAULLE

“Existe uma solução que ao fim de poucos anos tornaria a Europa livre e feliz. Seria recrear a família europeia, ou o que conseguirmos segurar dela, e providenciar-lhe estruturas sob as quais a mesma possa viver em paz, segurança e liberdade. Temos de construir uma espécie de Estados Unidos da Europa.” - Winston Churchill, Universidade de Zurique, 1946

O ESTRANHO CASO DO EMIGRANTE PORTUGUÊS

Que terá em comum Durão Barroso com um trabalhador de construção civil português em Paris? Que terá em comum António Guterres com uma cientista portuguesa a trabalhar num projecto de investigação contra o cancro em São Francisco? Que terá em comum Daniela Ruah ou Cristiano Ronaldo, com um jovem engenheiro eletrotécnico português a trabalhar na Philips em Amsterdão? A resposta é quase comicamente simples. São todos eles, ou já foram, emigrantes portugueses!

A TENSÃO INTERNACIONAL E A SUA ESCALADA EXPONENCIAL…

Estaremos 71 anos depois do “Dia da Vitória” à beira de um novo conflito de escala global?

Como primeira intervenção que redijo para este respeitável espaço noticioso, decidi abordar uma temática latente de há vários anos a esta parte no panorama internacional, e de elevado grau de preocupação para a comunidade internacional.

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