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Centro Histórico de Évora

ÉVORA: GOVERNO "QUER ACABAR COM A ISENÇÃO" DO IMI NO CENTRO HISTÓRICO

A acusação é do Movimento de Defesa do Centro Histórico (MDCH) de Évora e é dada pelo porta-voz, João Andrade Santos, ex-vereador do município de Évora, que apelida a intenção do governo de passar para a competência das Câmaras Municipais o poder de isentar ou não os edifícios do centro histórico de Évora, classificados pela UNESCO, como hipócrita e que traz a intenção de acabar definitivamente com a isenção.

ÉVORA: CÂMARA COM PODER DE ISENTAR DE IMI O CENTRO HISTÓRICO

A polémica tem vários anos, opõe serviços tributários e municípios e levou mesmo à criação de uma associação de moradores do centro histórico de Évora, com o fim de conseguir a isenção do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) no Centro Histórico classificado pela UNESCO. O que é certo é que a partir de dia 1 de janeiro de 2017, por acordo com o governo, quem passa a decidir sobre a isenção ou não do IMI nos centros históricos classificados (Porto, Guimarães e Évora) são as Câmaras Municipais.

ÉVORA: CENTRO HISTÓRICO VAI MESMO PAGAR IMI

Câmara Municipal de Évora vai arrecadar cerca de um milhão de euros por ano. 

Voltou a polémica da cobrança de IMI nos centros históricos classificados pela Unesco, com as finanças a impôr cobrança de IMI aos proprietários, o que resulta num aumento de receitas da Câmara Municipal de Évora em mais de um milhão de euros por ano.

Estima-se que no centro histórico de Évora existam entre 4 a 5 mil imóveis e que representam cerca de 1 milhão de euros receita fiscal.