18 Maio 2017      15:36

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O BELO E O SUBLIME DA MÚSICA CLÁSSICA OUVIDA NUMA PEDREIRA ALENTEJANA

Viana do Alentejo, uma vila do Alentejo Central, arriscou bem quando há 5 anos decidiu juntar música clássica a um cenário único em beleza e acústica, uma pedreira de mármore desativada. Ao evento chamou Festival Pedreira dos Sons e desde então o público tem crescido e aumentado em heterogeneidade. A mesma que leva a juntar nesta 5.ª edição o cante alentejano, a projeção de imagem e a música clássica.

Entre 26 e 28 de maio a velha pedreira volta a encher-se de luz e som para a 5.ª edição do Festival, com 3 dias de muito apelo aos sentidos, num espaço com particularidades acústicas únicas e de rara beleza.

A abertura do evento contará com um apontamento de cante alentejano pelas vozes do Grupo “Velha Guarda” de Viana do Alentejo e do Grupo Coral “Tertúlia dos Amigos do Cante” no dia 26, a partir das 21h00. Segue-se a projeção de vídeos de alunos do Departamento de Artes Visuais e Design da Universidade de Évora e o concerto da Orquestra de Sopros sob a direção de Hugo Ascensão.

O segundo dia do Festival começa às 18h30, com a atuação do Coro A Compasso do Agrupamento de Escolas de Viana do Alentejo, seguido de concerto de Acordeão por João Dias, a projeção de vídeos dos alunos do Departamento de Artes Visuais e Design e o Combo de Jazz da Universidade de Évora. À noite, pelas 21h00, os sons voltam à Pedreira dos Sons com um Trio de Sopros, um Quarteto de Saxofones e ainda o som do acordeão de Gonçalo Pescada.

Para o terceiro dia da Pedreira dos Sons está agendado um concerto com a Orquestra da Universidade de Évora, sob a direção de Kodo Yamagishi, às 21h00.

O Festival é promovido pelo Município de Viana do Alentejo, em parceria com a Escola de Artes da Universidade de Évora e a Culartes – Cooperativa Cultural, CRL.

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