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Pedro Mestre

PEDRO MESTRE HOJE E AMANHÃ EM FARO E PALMELA

Pedro Mestre é um dos artistas alentejanos que mais tem feito pela música da viola campaniça. Com uma carreira que leva mais de 20 anos feita a cantar as tradições musicais do Alentejo, foi apenas há 2 anos que editou o seu primeiro trabalho, o Campaniça a Despique que encheu nesse mesmo ano o CCB em Lisboa e resultou num DVD extraordinário do concerto.

Hoje sobe ao palco no Teatro das Figuras em Faro e amanhã é a vez do Cine Teatro S. João, em Palmela.

Imagem de capa da CM de Grândola.

A CAMPANIÇA EM DVD

O “mestre” da campaniça, Pedro Mestre, já tem um DVD.

O espetáculo que deu origem a este DVD teve por base o álbum "Campaniça do Despique".

Foi gravado ao vivo, no Centro Cultural de Belém, em 2015, e, ao lado de Pedro Mestre, estiveram vozes como as de Janita Salomé, Jorge Fernando, Fábia Rebordão, Henrique Leitão, o Rancho de Cantadores da Aldeia Nova de São Bento ou o grupo "Quatro ao Sul", além da Banda Filarmónica 1º de Janeiro, de Castro Verde – terra natal do músico - e os bailarinos António Guerreiro e Inês Firmino.

Imagem ccb.pt

ALENTEJANO PEDRO MESTRE CONQUISTA PRÉMIO CARLOS PAREDES

Foi com o álbum "Campaniça do Despique" que o músico alentejano Pedro Mestre, venceu o Prémio de Música Carlos Paredes/2016.

O anúncio foi pelo promotor do prémio, a Câmara de Vila Franca de Xira, na sexta-feira e recebeu unanimidade por parte do júri.

O álbum “Campaniça do Despique” surgiu para celebrar os 20 anos de carreira de Pedro Mestre, em março de 2015, e contou com a participação de Fábia Rebordão, Janita Salomé e António Zambujo.

PEDRO MESTRE NO CCB

Pedro Mestre sobe hoje ao palco do grande Auditório do CCB para apresentar o seu disco "Campaniça ao Despique".

Evocando o mais genuíno som da viola campaniça, preservando assim o toque da viola que o acompanha nos cantes de improviso por todo o Alentejo, o disco lança temas inéditos, cuja autoria é repartida pelo próprio Pedro Mestre e por José David.

Este trabalho é continuação de anteriores, e mais uma vez prova que a tradição pode acompanhar a inovação com novos sons e técnicas, sem nunca descurar o mais tradicional "campaniça".