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Morreu um homem de “raça”

Morreu Cavalli-Sforza, aos 96 anos, sem estrondo, sem direito a manchetes e só notícia em alguns órgãos de comunicação social.

O nome Luigi Luca Cavalli-Sforza é desconhecido de quase todos, no entanto, o cientista geneticista italiano foi responsável pelo estudo sobre a distribuição geográfica de variantes genéticas na Terra e que veio a permitir a reconstrução de como se deu a expansão da humanidade pelo planeta.

Faz 73 anos que terminou a Segunda Guerra Mundial

Hitler, Nacional Socialismo ou nazismo e Holocausto. Poucas palavras cunharam de forma tão violenta o século XX. E as consequências delas deixaram um rasto tão grande que o tempo que decorre entre a mais global das guerras e o tempo presente não parece assim tão longo. Apesar dos 73 anos que faz o fim da Segunda Guerra Mundial, com a capitulação do Japão, a 15 de agosto de 1945.

Caso Robles: saiu à casa

Já muito foi dito sobre Ricardo Robles, vereador do Bloco de Esquerda na Câmara de Lisboa, sobre as suas propriedades, as vendas, alugueres ou a especulação imobiliária. Adquirir um imóvel, recuperá-lo (ainda que por obrigação) e querer vendê-lo obtendo algum lucro é legítimo; os valores de um dos prédios de Robles terão sido: a compra por 347 mil euros, a remodelação por 650 mil e foi colocado à venda por 5,7 milhões, tudo em quatro anos. Neste caso, não será algum lucro, é muito, mas se alguém pagar, o problema é de quem paga.

Perguntamos ao Olimpo porquê

Porque passámos por algo semelhante há bem pouco tempo.

Porque as vidas humanas são sagradas.

Porque o amor entre as famílias durou até ao último suspiro.

Porque não conseguimos uma explicação para o sucedido, resta perguntar ao Olimpo o porquê de mais uma tragédia como a que se vive na Grécia com os incêndios.

Impotentes, desolados e incapazes de explicar, o sentimento toma conta da razão, e com as imagens da Grécia, tal como em Portugal, o ano passado, as lágrimas são muitas, mas insuficientes para acabar com o flagelo.

Mandela – 100 anos de uma grande caminhada para a Liberdade

Hoje, 18 de julho, é o Dia Internacional Nelson Mandela. Mais, hoje celebrava-se o aniversário de “Madiba”. Mais ainda, celebra-se o seu 100º aniversário.

O Tribuna Alentejo não é, nem podia ser, indiferente a este dia uma vez que os valores que compõe a própria linha editorial do Tribuna Alentejo se cruza e revê nos valores e exemplo humano do líder sul-africano.

Migrantes são consequência, não o problema

Pelas entrelinhas de um Mundial de Futebol pleno de surpresas, a União Europeia reuniu e negociou um acordo sobre migrantes.

Foi revelado por muitos governantes que este é, de facto, um tema fraturante no seio da União, a mesma que nasce da fraternidade entre os povos e que decidiu agora – após árduas negociações - a criação de plataformas de desembarque de migrantes fora da União e a criação "voluntária" de centros de identificação de refugiados na Europa.

Desembarque na Normandia (dia D) foi há 74 anos

Em linguagem militar significa o dia da decisão, o dia de início de uma operação militar de combate.

A sua utilização remonta à Primeira Grande Guerra e foi utilizada pelo exército norte-americano “D-Day”. Hoje em dia, a expressão vulgarizou-se de tal modo que é utilizada de modo geral por toda a sociedade para enunciar um dia em alguma coisa se desenvolverá ou acontecerá.

Quanto vale a Liberdade?

Há 44 anos Portugal via terminar a mais longa ditadura europeia e que durara 48 anos.

No dia de hoje, em 1974, o Movimento das Forças Armadas (MFA) – composto na sua maioria por capitães com participação na Guerra Colonial, com o apoio de muitos outros soldados milicianos – dá, finalmente início aos anseios do povo e põe em curso a revolução que preparava há uns anos.

A imprensa livre é perigosa?

A imprensa livre é perigosa se as intenções de quem governa forem malignas ao regime democrático.

O dia 13 de abril foi instituído pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 1993, como o “Dia Mundial da Imprensa” e que marca a defesa da UNESCO da liberdade de expressão e da liberdade de imprensa, fortes vias do pluralismo e considerados direitos humanos

HUMBERTO DELGADO: MANTÊ-LO VIVO TODOS OS DIAS

A vida do General Humberto Delgado, o “General sem medo” deixou um legado de coragem na luta anti-fascista e pelos valores da Liberdade e da Democracia. Acabou por ser assassinado por enfrentar a ditadura salazarista, mas, “Pronto a morrer pela Liberdade!”, o General sempre soube o quanto a sua luta lhe podia custar, ainda assim deu o exemplo e disse também que, na luta pela Liberdade “não nos podem prender a todos”.

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