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Vespa Asiática

A vespa asiática está no Alentejo

Surgiram, nas redes sociais, relatos e evidências de que a vespa asiática – ou velutina - já chegou ao concelho de Mora, no Alentejo.

A Velutina tem 5 x mais veneno do que uma vespa normal e propaga-se com muita facilidade, devendo, em caso de avistamento avisar as autoridades.

Um milhão para municípios combaterem a vespa-asiática

Capoulas Santos apresentou esta semana a Campanha Nacional de Combate à Vespa velutina ou vespa-asiática, e que tem uma dotação de um milhão de euros, que vão ser geridos pelos municípios. O dinheiro chegará aos cofres das autarquias através de uma compensação em sede de IVA aos agricultores, em subsídio não reembolsável.

A distribuição será de 10 mil euros por cada município, com reforços onde se der "aumento inesperado de ocorrências”, e com um cálculo feito de 25 euros/ninho primário e de 100 euros/ninho definitivo/secundário.

Alto Alentejo em alerta com a Vespa Asiática

A Associação para o Desenvolvimento Rural e Produções Tradicionais do Concelho de Avis, o Município de Avis e a Turma da Abelha, promovem, no dia 19 de janeiro de 2019, uma Ação de Sensibilização sobre a Vespa Velutina, vulgarmente designada de “vespa asiática” e que está a preocupar as autoridades.

A ação vai decorrer no Salão da Junta de Freguesia de Avis, a partir das 14h30, e tem como objetivo alertar a população para os cuidados a ter quando confrontada com esta espécie agressiva que está já a colonizar o Alentejo.

Exterminar vespa asiática "é impossível". Praga já chegou ao Alentejo

A Vespa Asiática ou Velutina para além de ser uma ameaça à atividade dos apicultores por ser carnívora, é também um problema de saúde pública e pode ser um problema para quem com elas se cruze por acidente. São predadoras da abelha europeia e muito agressivas quando se sentem ameaçadas pelos humanos, podendo fazer perseguições superiores a uma centena de metros.

INVASÃO DA VESPA ASIÁTICA ATINGE SUL DO PAÍS

São uma dor de cabeça para os apicultores e podem ser um problema para quem com elas se cruze por acidente. São predadoras da abelha europeia e muito agressivas quando se sentem ameaçadas pelos humanos, podendo fazer perseguições superiores a uma centena de metros.