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Freguesias de Mora retomam consultas médicas

As consultas médicas foram retomadas durante este mês de fevereiro nas freguesias do concelho de Mora, “em resultado do reforço de médicos, com dois profissionais para estas consultas”, avança o SNS.

De acordo com a informação divulgado no site oficial do SNS, este reforço de médicos resulta da colaboração do município de Mora com a Administração Regional de Saúde do Alentejo, o Agrupamento de Centros de Saúde do Alentejo Central e a coordenadora da Unidade Cuidados de Saúde Personalizados de Mora.

Número de enfermeiros a emigrar aumenta desde 2020

Mais de 2000 enfermeiros solicitaram à Ordem a declaração para efeitos de emigração em 2020, desde o início da pandemia, adiantam os dados da Ordem dos Enfermeiros (OE).

No total, a OE recebeu 2143 pedidos de declarações: 1230 em 2020 e 913 em 2021, especialmente no segundo semestre do último ano, altura em que milhares de enfermeiros saem das escolas para o mercado. Enquanto até junho se tinham registado 277 pedidos de emissão de declarações, entre junho e dezembro esse número ascendeu a 636.

Alentejo tem o maior número de vagas por ocupar na saúde pública

Das 1073 vagas que o Ministério da Saúde colocou a concurso para contratar recém-especialistas para as áreas hospitalares e de saúde pública em julho, apenas 697 foram ocupadas (65%), sendo o Alentejo a região que apresentou uma percentagem mais baixa de vagas ocupadas.

Viana do Alentejo reabre comparticipação de medicamentos no concelho

A Câmara Municipal de Viana do Alentejo voltou a abrir as candidaturas para comparticipação de medicamentos no concelho durante o mês de setembro, revelou a autarquia em comunicado.

A medida, que conta atualmente com 27 beneficiários, “visa apoiar munícipes em situação de insuficiência económica e comparticipar os medicamentos sujeitos a receita médica do SNS – Sistema Nacional de Saúde ou prescritos por médico registado na Ordem dos Médicos”, refere o município.

Estudo defende que SNS está mais bem preparado para enfrentar a pandemia

A pandemia da COVID-19 colocou em dúvida muitas convicções, abriu novas incógnitas sobre como será o “novo normal” nos hospitais e centros de saúde e gerou expectativas e oportunidades para mudar a maneira de fazer as coisas. Foi realizado o estudo Aprender com a COVID-19: a visão dos executivos da saúde em Portugal, promovido pela Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares (APAH) e pela HIRIS Care, com o patrocínio da TEVA Pharma, cujo objetivo foi identificar a resposta e as mudanças feitas para abordar os cuidados de saúde para a pandemia e retirar lições.

Médicos portugueses estão a trocar informação entre si através da internet no combate ao COVID-19

O novo coronavírus tem colocado à prova as instituições de saúde e os seus profissionais, não só pelo desafio que enfrentam face à pandemia, mas também com o desafio de garantir que, dentro do contexto atual, a resposta noutras áreas de cuidados de saúde é assegurada da melhor forma.

Este Governo Mata

Este Governo mata…..

“Este Governo mata”. Foi uma das frases que mais me marcou no Congresso Nacional da Juventude Socialista que ocorreu em Dezembro de 2014.

Foi dita por Eduardo Melo numa das melhores intervenções que tive oportunidade de ouvir.

Marcou-me não apenas pela forma como foi dita mas, acima de tudo, pela realidade que traz com ela.

Nestas últimas semanas, com toda a envolvente em torno da falta de apoio aos doentes com Hepatite C, esta frase marcou ainda mais presença pois, infelizmente, esta é a realidade.

Eu quero um “Obamacare” ou alguém que se "care"

O que vou contar não será novidade para a maioria, será, aliás quase que um “déjà vu” que já todos sentiram na pele. O funcionamento do Sistema Nacional de Saúde precisa de ajuda!

A sustentabilidade do SNS

A globalização enquanto fenómeno mundial de repolarização e reequilibrio de forças entre as diferentes potências vem, desde há uns anos a esta parte, ditando uma mudança de paradigma na área da saúde, no mundo ocidental. Na ausência ou na escassez de matérias primas potenciadoras do progresso e face à deslocalização da atividade económica para outros locais do globo, a Europa revela-se incapaz de gerar nas suas fileiras novas sinergias de progresso. A conclusão só poderia ser de que o modus vivendi à ocidental custa muito dinheiro ao erário público, mormente em saúde.