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Seca: Agricultores alentejanos prevêem "ano de calamidade"

Nas áreas do litoral alentejano, como um pouco por todo o Alentejo, cresce a preocupação quanto a um possível seca este verão dada a pouca pluviosidade registada até ao momento.

Na barragem do Monte da Rocha, em Ourique, o armazenamento situa-se nos 11,8 por cento. Nas de Campilhas e Fonte Serne, em Santiago do Cacém, são registados atualmente 16,3% e 33,8% de água, respetivamente.

Seca: Governo pré-contrata camiões de abastecimento de água. Alentejo com novas ligações de abastecimento

Entramos na Primavera com temperaturas altas, o que começa a tornar-se habitual, que sucede a um inverno sem chuva suficiente para recuperar os níveis necessários de água nas barragens e que causam pressão hídrica nas terras de pasto e de cultivio. Os sinais de alarme vêm da agricultura, particularmente a sul do país, onde a seca já atingiu o nível de severa.

Alentejo está em seca meteorológica e arrisca seca hídrica

A falta de chuva em janeiro está a agravar a seca meteorológica, principalmente no Alentejo e Algarve e, embora a situação aparente não ser tão grave quanto a ocorrida no ano passado, os valores da precipitação em Dezembro, segundo o IPMA, foram bastante abaixo do ano anterior e o mês de janeiro só veio a agravar a situação. Para termos uma ideia, o IPMA esclarece que em janeiro, tivemos valores de precipitação na ordem dos 20% do que é habitual.

Construção da Barragem do Pisão é “urgente”

A Confederação dos Agricultores de Portugal - CAP voltou a defender a urgência em que se construa a Barragem do Pisão, no concelho do Crato.

Vítor Proença critica passividade do Ministério do Ambiente em relação à seca no Alentejo Litoral

O presidente da Câmara Municipal de Alcácer do Sal, Vítor Proença (CDU) remeteu uma missiva ao Ministro do Ambiente e Transição Energética, João Matos Fernandes a reclamar uma audiência destinada a tratar soluções alternativas para mitigar as consequências dos períodos de seca que afetam a bacia hidrográfica do rio Sado.

A seca está de volta ao sul

A seca está de volta e neste momento abrange já 53,3% do território nacional. O Alentejo não é exceção.

Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera - IPMA, no seu último Resumo Climatológico, o valor médio da precipitação em dezembro foi somente de 37% dos valores habituais para este mês, uma quebra que vai no oitavo ano consecutivo - nem um novembro chuvoso, com mais 63% de precipitação que o habitual, conseguiu compensar este facto – atirando novamente o continente para a uma situação de seca, à semelhança do que aconteceu no inverno passado.

Alqueva a três metros do limite

Foi num instante enquanto a seca deste inverno terminou. No espaço de um mês a Barragem de Alqueva recebeu cerca de 718 mil milhões de litros de água, atingindo a cota de 148,72 metros.

Apesar de ainda haver barragens que sentem o efeito da seca, têm vindo a recuperar largamente, como o caso de uma das mais afetadas no verão passado, a barragem da Vigia, em Redondo, e que passou de 13% da capacidade para 43% com as últimas chuvas de março. No entanto existem ainda restrições neste perímetro de rega.

Alentejo: a norte a água ainda não chega, a sul já se desperdiça

As chuvas que cobrem o Alentejo há pelo menos duas semanas parecem ter vindo aliviar a ansiedade de muitos, particularmente agricultores, criadores de gado, autarcas e mesmo a generalidade da população que em muitas zonas do Alentejo lidou recentemente com quebras no fornecimento de água canalizada, apesar da Barragem de Alqueva ter impedido problemas muito maiores, ao bombear água para várias barragens menores.

Seca no Alentejo: Agricultores desaconselhados a cultivar

Os agricultores servidos pela albufeira da Vigia, em Redondo, no Distrito de Évora estão a ser aconselhados a não realizar as culturas de primavera e verão porque não há água suficiente. Em causa estarão as culturas de milho e de tomate, entre outras, por causa da seca extrema que afeta a região.
 

SECA REVELA ARTE RUPESTRE NO GUADIANA

Serão cinco as gravuras - que se estimam ser da época pós-paleolítica – que terão sido encontradas, na passada semana, nas margens do rio Guadiana, perto de Elvas.

A descoberta só foi possível dado o baixo nível das águas devido à seca e este raro achado arqueológico será em breve analisado pela Direção Regional de Cultura do Alentejo.

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