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Refugiados

Alentejo recebe refugiados sírios e iraquianos

O Alentejo vai receber refugiados sírios e iraquianos e que chegaram a Portugal nas últimas duas semanas.

São 49 refugiados sírios vêm da Turquia e chegam a Portugal ao abrigo do Programa Voluntário de Reinstalação do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados. 

Refugiados da Síria, Iraque e Paquistão dão concerto em Évora

Refugiados da Síria, Iraque e Paquistão darão um concerto em Évora.

O grupo “Refugees for Refugees” reúne músicos de regiões marcadas por conflitos. Criado em 2015, o grupo está radicado na Bélgica, este grupo irá atuar no dia 29 de maio, no Teatro Garcia de Resende, em Évora. Em Portugal, darão mais um concerto, um dia antes, no Teatro da Trindade, em Lisboa.

Em palco estará a apresentação do recente seu álbum "Amina"

Alvito acolhe família refugiada síria

Portugal foi um dos países que se mostrou disponível para receber refugiados – 1010 no total - que se encontravam sob proteção do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados no Egito - e esta semana chegaram ao país 33 cidadãos refugiados ao abrigo do Programa Voluntário de Reinstalação do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados.

De acordo com o Ministério da Administração Interna, são 14 adultos e 19 menores; são 6 famílias e dois cidadãos isolados e um casal sírio, com dois filhos vai ficar em Alvito.

Pelos caminhos da intolerância

A recente crise de refugiados a que temos assistido originou, por um lado, uma “onda” de solidariedade e por outro, várias manifestações de reprovação à receção destes migrantes, que fogem da guerra, da violência e da intolerância.

Migrantes são consequência, não o problema

Pelas entrelinhas de um Mundial de Futebol pleno de surpresas, a União Europeia reuniu e negociou um acordo sobre migrantes.

Foi revelado por muitos governantes que este é, de facto, um tema fraturante no seio da União, a mesma que nasce da fraternidade entre os povos e que decidiu agora – após árduas negociações - a criação de plataformas de desembarque de migrantes fora da União e a criação "voluntária" de centros de identificação de refugiados na Europa.

Uma Europa de todos os tempos

Conduzia eu numa das minhas inúmeras viagens entre Évora e Odemira quando ouvi uma reportagem sobre uma certa Europa que existe num jardim de Bruxelas e que se espalha pelas casas das pessoas.
 

DESCOMPLIQUEMOS UTOPIAS

Há muito tempo que assuntos ligados aos refugiados passaram para um plano inferior na nossa comunicação social. Mas a verdade é que eles continuam a existir, há barcos que continuam a fazer-se ao mar e os naufrágios a acontecer; há etnias que continuam a ser perseguidas e outras que vão sendo exterminadas; existem milhares de seres humanos deslocados dos seus países pelas mais diversas razões. O tempo vai passando, os acontecimentos vão-se repetindo e a normalidade instala-se.

NO INÍCIO DE UM NOVO ANO

Findo o ano de 2016, cabe a já habitual retrospectiva.

2016 trouxe-nos a certeza que a esquerda, afinal, é capaz de se unir quando é preciso levar o País para a frente e mudar o rumo e a política desenvolvida até determinado ponto.

Trouxe-nos um Presidente da República que mostrou uma nova faceta que, em certos aspectos, poderá ser exagerada. Mostrou a faceta da proximidade e da participação junto da comunidade.

Mal ou bem, Marcelo Rebelo de Sousa já pautou pela diferença relativamente aos seus antecessores.

UMA ALDEIA IRAQUIANA NO ALENTEJO?

Com a proposta a surgir por parte da eurodeputada socialista Ana Gomes – há cerca de seis meses - de acordo com o Diário de Notícias, contará com o apoio do governo, o Alentejo pode vir a acolher uma aldeia de refugiados iraquianos.

Serão cerca de quinhentos os refugiados yazidi, maioritariamente famílias, mulheres e crianças que estão atualmente em campos de refugiados lotados, na Grécia – país que acolhe cerca de sessenta mil refugiados - que poderão estar a caminho do Alentejo.

JORGE SAMPAIO VEM A ÉVORA FALAR DOS REFUGIADOS NO MUNDO

A Universidade de Évora organiza no próximo dia 12 de Outubro a segunda conferência de um ciclo de conferências que aborda o Desenvolvimento, Direitos Humanos e Segurança.

Para o efeito conta com ex-Presidente da República Jorge Sampaio como orador principal, que falará sobre a problemática dos refugiados no mundo e a necessidade de um mecanismo de resposta rápida para a educação superior nas emergências.

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