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Refugiados

Sírios lutam por uma comunidade auto sustentável no Alentejo

O projeto já tem nome: “Orquídea” - uma flor sobrevivente e surge da cabeça do engenheiro informático sírio Alan Ghunim, o presidente da Associação Família de Refugiados.

Alan, com 36 anos, é refugiado em Portugal há cerca de 3 anos. Podia ter ido para a Alemanha, onde já tinha família, mas quis Portugal por sentir proximidade nos portugueses e reconhece os portugueses como simpáticos e dignos. A revista “Sábado”, na sua edição desta semana, revela que Alan tem um sonho: criar uma comunidade auto sustentável no Alentejo, visto ser a região que mais se assemelha à Síria.

Alentejo recebe refugiados sírios e iraquianos

O Alentejo vai receber refugiados sírios e iraquianos e que chegaram a Portugal nas últimas duas semanas.

São 49 refugiados sírios vêm da Turquia e chegam a Portugal ao abrigo do Programa Voluntário de Reinstalação do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados. 

Refugiados da Síria, Iraque e Paquistão dão concerto em Évora

Refugiados da Síria, Iraque e Paquistão darão um concerto em Évora.

O grupo “Refugees for Refugees” reúne músicos de regiões marcadas por conflitos. Criado em 2015, o grupo está radicado na Bélgica, este grupo irá atuar no dia 29 de maio, no Teatro Garcia de Resende, em Évora. Em Portugal, darão mais um concerto, um dia antes, no Teatro da Trindade, em Lisboa.

Em palco estará a apresentação do recente seu álbum "Amina"

Alvito acolhe família refugiada síria

Portugal foi um dos países que se mostrou disponível para receber refugiados – 1010 no total - que se encontravam sob proteção do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados no Egito - e esta semana chegaram ao país 33 cidadãos refugiados ao abrigo do Programa Voluntário de Reinstalação do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados.

De acordo com o Ministério da Administração Interna, são 14 adultos e 19 menores; são 6 famílias e dois cidadãos isolados e um casal sírio, com dois filhos vai ficar em Alvito.

Pelos caminhos da intolerância

A recente crise de refugiados a que temos assistido originou, por um lado, uma “onda” de solidariedade e por outro, várias manifestações de reprovação à receção destes migrantes, que fogem da guerra, da violência e da intolerância.

Migrantes são consequência, não o problema

Pelas entrelinhas de um Mundial de Futebol pleno de surpresas, a União Europeia reuniu e negociou um acordo sobre migrantes.

Foi revelado por muitos governantes que este é, de facto, um tema fraturante no seio da União, a mesma que nasce da fraternidade entre os povos e que decidiu agora – após árduas negociações - a criação de plataformas de desembarque de migrantes fora da União e a criação "voluntária" de centros de identificação de refugiados na Europa.

Uma Europa de todos os tempos

Conduzia eu numa das minhas inúmeras viagens entre Évora e Odemira quando ouvi uma reportagem sobre uma certa Europa que existe num jardim de Bruxelas e que se espalha pelas casas das pessoas.
 

DESCOMPLIQUEMOS UTOPIAS

Há muito tempo que assuntos ligados aos refugiados passaram para um plano inferior na nossa comunicação social. Mas a verdade é que eles continuam a existir, há barcos que continuam a fazer-se ao mar e os naufrágios a acontecer; há etnias que continuam a ser perseguidas e outras que vão sendo exterminadas; existem milhares de seres humanos deslocados dos seus países pelas mais diversas razões. O tempo vai passando, os acontecimentos vão-se repetindo e a normalidade instala-se.

NO INÍCIO DE UM NOVO ANO

Findo o ano de 2016, cabe a já habitual retrospectiva.

2016 trouxe-nos a certeza que a esquerda, afinal, é capaz de se unir quando é preciso levar o País para a frente e mudar o rumo e a política desenvolvida até determinado ponto.

Trouxe-nos um Presidente da República que mostrou uma nova faceta que, em certos aspectos, poderá ser exagerada. Mostrou a faceta da proximidade e da participação junto da comunidade.

Mal ou bem, Marcelo Rebelo de Sousa já pautou pela diferença relativamente aos seus antecessores.

UMA ALDEIA IRAQUIANA NO ALENTEJO?

Com a proposta a surgir por parte da eurodeputada socialista Ana Gomes – há cerca de seis meses - de acordo com o Diário de Notícias, contará com o apoio do governo, o Alentejo pode vir a acolher uma aldeia de refugiados iraquianos.

Serão cerca de quinhentos os refugiados yazidi, maioritariamente famílias, mulheres e crianças que estão atualmente em campos de refugiados lotados, na Grécia – país que acolhe cerca de sessenta mil refugiados - que poderão estar a caminho do Alentejo.

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