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Poupança

O POPULISMO E... A EDUCAÇÃO FINANCEIRA!

O populismo e… a educação financeira! (já viram que tudo dá para falarmos deste tema?)

Como cidadão politicamente interessado (o que não significa que seja politicamente submisso), gosto de ouvir as diferentes propostas desde os partidos representados na Assembleia da República até àqueles que não têm essa representação. Isso significa que pelo menos uma vez oiço o tempo de antena e vou seguindo, com alguma atenção, as entrevistas que vão acontecendo (mais as da rádio, até porque passo muito tempo dentro do carro).

LITERACIA FINANCEIRA – CRÉDITO (INCLUI CARTÃO!)

Em 2012 uma instituição financeira garantia créditos com “oferta diversificada de pra­zos, com mensalidades que se adaptam ao seu orçamen­to e com taxas fixas desde o início ao fim do contrato”, com taxas de juro a partir de 13,25%. Em 2015 a mesma instituição financeira garante créditos com “oferta diversificada de pra­zos, com mensalidades que se adaptam ao seu orçamen­to e com taxas fixas desde o início ao fim do contrato”, com taxas de juro a partir de 15,2%. Além dos quase 2 pontos percentuais, quais as diferenças? Nenhuma…

LITERACIA FINANCEIRA – ESTÁ HABITUADO A POUPAR? PARTE II

Na semana passada falámos sobre dicas para poupar em casa. Hoje vamos falar (fundamentalmente) de dicas para poupar no supermercado…

Os supermercados são autênticas máquinas de marketing, com o objetivo de vender o máximo de produtos aos seus clientes. Mas atenção: isso não faz dos supermercados enganadores! Qualquer pessoa que venda produtos tem o objetivo de vender o máximo. E o objetivo dos supermercados é esse. Como consumidores devemos estar atentos para evitar que isso aconteça.

LITERACIA FINANCEIRA – ESTÁ HABITUADO A POUPAR? PARTE I

Os responsáveis da Tribuna do Alentejo vão desculpar por estar a fazer publicidade a outras publicações. Quanto a si, espero que goste da ideia: hoje vai ter duas crónicas!

LITERACIA FINANCEIRA – O INÍCIO …

Será que afinal é possível chegar ao fim do mês com algum dinheiro na carteira? E onde é que posso cortar nos meus gastos para que isso aconteça? E será que consigo inves­tir com pouco dinheiro? Conseguirei guardar alguma coisa para receber na altura da reforma? E os meus filhos preci­sarão de saber que passamos por uma crise? Como é que eles me podem ajudar nos meus problemas? E eu, como os posso ajudar perante tanta incerteza futura? E se ficar doen­te ou desempregado, consigo manter o meu nível de vida?