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Política Nacional

Democracia Parlamentar

Nas eleições legislativas, votamos num grupo parlamentar que defende as nossas posições no hemiciclo, por isso, nomeações de comissões formadas por civis nem deveriam ser equacionadas, quando, a função de quem elegemos é a de representarem os seus eleitores.

As novelas dos poderosos, por entre a perplexidade e a revolta

Façamos um simples exercício de memória. Nos últimos vinte anos, quantos foram os escândalos relacionados com práticas ilegais no universo da banca e da alta finança em Portugal?

Aqueles que muitas vezes surgiam como as referências idóneas do regime, os grandes empreendedores, os que mexiam a alavanca da economia, sempre tratados com grandes honrarias e aparentemente, a salvo de qualquer suspeita, acabam por ser, em grande parte e segundo notícias recentes, os maiores vilões do sistema.

Comprar empresas falidas

Todos vimos o que nos custou salvar bancos depois da crise financeira de 2008. Entre BPN, BPP, Banif, BES e CGD vamos em 17 mil milhões de euros! E o problema continua por resolver. Ainda no ano passado, o governo pediu ao parlamento autorização para gastar mais quase mil milhões com os restos de dois bancos falidos. Se em 12 anos foi a grande custo que conseguimos aproximar a situação do equilíbrio, neste momento apenas podemos imaginar o que serão os próximos anos, depois da violência com que a crise provocada pela pandemia do novo coronavírus está a afetar a nossa economia.

Portugal 2020

No balanço do ano que termina, e nas aspirações para o ano que começa, que inevitavelmente acabamos por fazer nesta época, surgiu-me o verso de Camões: “Que um fraco Rei faz fraca a forte gente.” No verso que finaliza a estrofe cento e trinta e oito do terceiro canto da epopeia, Camões refere-se a D. Fernando I e à fraqueza da sua liderança na defesa do reino contra o então inimigo Castela.

Setecentos mil eleitores não têm quem os represente

Foram quatro milhões e novecentos mil os portugueses com votos válidos nas últimas legislativas. Destes, setecentos mil não contribuíram para eleger nenhum deputado. A culpa não foi deles, que se disponibilizaram para ir às urnas escolher os seus representantes, nem foi dos candidatos, cujas propostas conseguiram captar o seu interesse e aprovação. Foi mesmo da lei eleitoral que temos, que faz corresponder os círculos eleitorais aos distritos administrativos de 1835.

Investimento. Onde andas?

Para Portugal crescer como todos nós, cidadãos portugueses, queremos, é necessário investimento. E para termos crescimento é preciso confiança. Historicamente falando, basta pensar que Partido Socialista e boa fama na gestão das contas públicas não é coisa que combina, principalmente, por não existir o bom senso de precaver crises económicas ou choques externos.

PROFETAS DA DESGRAÇA

Estranha forma de fazer política.

Enquanto todos os estudos revelam um claro aumento da confiança no Governo, Passos Coelho e os seus seguidores no PSD mantêm o discurso da hecatombe. Com enorme esforço e duvidosa imaginação vão-se dedicando a profetizar toda a espécie de catástrofes.

Felizmente para os portugueses, não há meio de acertarem uma.

A vida não está fácil para os profetas da desgraça.

PELA MÃO DO PSD: AR APROVA 2 PROJETOS PARA O ALENTEJO

Criação dos circuitos hidráulicos de Reguengos de Monsaraz e de Viana do Alentejo

 

Na última sexta feira foram aprovados na Assembleia da República dois Projetos de Resolução, que tinham sido apresentados por minha iniciativa.

Um dos projetos (PJR 400/XIII/2a (PSD)) recomenda ao Governo que adote as medidas que permitam a criação do Circuito Hidráulico de Reguengos de Monsaraz (ligação à Albufeira de Alqueva).

QUEM TRAMOU A CAIXA?

E, aí vamos nós uma vez mais, sorrateiramente, de forma ordeira e submissa, recapitalizar outro banco, apenas aguardamos o momento da decisão.

O GRIPAR DA ECONOMIA PORTUGUESA COM A GERINGONÇA AO VOLANTE

O atual governo constitucional assumiu funções ao volante do país à cerca de pouco mais de meio ano, exercendo a sua atividade em todas as pastas a que concernem a administração regular de Portugal. No entanto, importa referir que a gerigonça, destacando um governo formado pelo PS e apoiado nas esquerdas radicais, que tem de uma forma metafórica “conduzido” o nosso país sem fazer a devida manutenção e gestão cautelosa do “veículo”. Ridicularizando a metáfora, diria até que o painel de bordo do veículo tem várias das suas luzes de perigo acesas e no entanto o condutor continua e guiá-lo sem qualquer preocupação, quase não querendo ver a realidade que se encontra bem perante os seus olhos. Como bem se dirá na gíria “É meter combustível e andar…”, porém esse combustível também não está tão aditivado quanto isso. E assim vai o estado do país essencialmente no setor económico, um dos principais pilares de sustentabilidade do crescimento do país. O motor não está suficientemente lubrificado, existe falta de água no motor que leva a que o mesmo sobreaqueça podendo causar danos irreversíveis na sustentabilidade e competitividade do nosso cantinho à beira-mar plantado.

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