Está aqui

Política Internacional

Zorrinho defende a realização de eleições "livres e justas" na Nicarágua e na Venezuela

O eurodeputado eborense Carlos Zorrinho defendeu ontem em Estrasburgo a realização de eleições livres e justas na Nicarágua e na Venezuela.

“Este é o tempo de acionar os mecanismos que estão ao nosso alcance no quadro do direito internacional para nos colocarmos ao lado do povo da Nicarágua”, afirmou ontem Carlos Zorrinho no Parlamento Europeu em Estrasburgo no ponto da ordem de trabalhos em que se apreciava a situação naquele país da América Latina.

Lobos em pele de Cordeiro

Sempre pelas piores razões, o Partido Comunista Português tem sido empurrado para o centro dos holofotes do escrutínio público ao longo das últimas semanas, reagindo com nítido desconforto à natural exposição mediática a que está sujeito.

Negócio de futuro? O desenvolvimento

A história da humanidade é a história de uma migração. Desde que o ser humano se começa a afirmar no seu habitat como líder da cadeia alimentar, este começa também a expandir-se por todos os territórios do planeta em busca de novos recursos e regiões mais prósperas.

Dois anos que parecem duas décadas

Esta semana assinalam-se dois anos da tomada de posse de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos da América.

Em pleno “shutdown” (o maior da história do País), Donald Trump atravessa a maior crise do seu mandato.

Atualmente com minoria no Senado, Trump não consegue levar por diante a sua ideia de construir um muro para impedir a entrada de estrangeiros no País e usa esta convicção para colocar em crise o seu País e os cidadãos que jurou proteger.

Nova Revolução?

Vivem-se dias históricos em Cuba. Encontra-se neste momento em curso um processo de revisão da Constituição e com medidas que muitos de nós dificilmente imaginaríamos no regime cubano.

Na nova Constituição cubana vai desaparecer o termo comunismo como sistema obrigatório de governação.

Vai ser inserido o conceito de propriedade privada, como forma de defesa dos interesses dos cidadãos e dos seus investimentos.

UM PAÍS DE PORCOS

Country Of Pigs ou Uma Era Que Termina Ante os Nossos Olhos Assombrados.

 

O tempo passa, e desde 1978 já se ergueram do belo nada duas novas gerações, tendo caído outras tantas; dito de outro modo, largos dezenas de milhões tornaram-se adultos e outros tantos viram morrer os seus pais e avós.

PRESIDENCIAIS FRANCESAS

No rescaldo das presidenciais francesas, temos Le Pen e Macron a passar à segunda volta, com este último a conquistar o apoio de quase todos os candidatos derrotados, à excepção de Mélenchon que, por ora, não revelou o seu sentido de voto no próximo dia 07 de Maio, data agendada para a segunda volta.

Para o Partido Socialista francês foi, porventura, a maior derrota de sempre, estando o Partido dividido entre Macron e Hamon, o candidato apoiado oficialmente pelo Partido.

A DERRUBAR E A ERGUER MUROS HÁ DÉCADAS

A 9 de novembro de 1989, depois de 28 anos de existência, o muro de Berlim caiu. Faz hoje 27 anos. Mas, por detrás dessa cortina simbólica e longe do olhar do público esse ato consumou a passagem de uma sociedade disciplinar para uma sociedade biopolítica ou de segurança, para usar expressões “Foucaultianas”.

Por esse mundo fora, continuam a elevar-se tanto barreiras invisíveis como físicas do mais variado tipo, predominantemente sociais, raciais, religiosas e ideológicas.

BREXIT, PESADELO OU MUDANÇA PARA FICAR TUDO NA MESMA?

Na passada quinta-feira, assistimos a um momento histórico na vida da União Europeia. O Reino Unido, através de referendo, votou a sua saída da União Europeia. Sexta-feira o mundo acordou em sobressalto com a notícia e com as consequências que poderão advir dessa tomada de decisão.

A CRISE DOS REFERENDOS!

Em 1975 deu-se o primeiro referendo sobre se o Reino Unido deveria ou não sair da CEE (antiga UE). Na altura o Partido que estava no Governo era o Trabalhista. O mesmo encontrava-se dividido e tinha na oposição uma Margaret Thatcher a apoiar a permanência do Reino Unido na Comunidade Económica Europeia. Ganhou com larga maioria a permanência na CEE. À semelhança do que aconteceu há 41 anos, o Partido no poder encontra-se completamente dividido, mesmo que não sejam os Trabalhistas a governar, desta vez.