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Partidos Políticos

UM ORÇAMENTO DE ESQUERDA

Em fase de apresentação e discussão do Orçamento de Estado para 2017 e após a análise das medidas que estão disponibilizadas publicamente em site criado para o efeito, a primeira conclusão só pode ser uma: estamos perante um verdadeiro orçamento de esquerda.

Um Orçamento virado para as políticas sociais e para a reposição de direitos que ao longo dos últimos anos têm vindo a ser retirados aos portugueses.

O AUTARCA: DO TROLHA AO DOUTOR

Atenção, se quiser concorrer a um cargo político, quem sabe já nas próximas eleições autárquicas, deve suspender imediatamente a leitura deste texto e começar a estudar, com enfoque especial nas áreas do Direito e da Gestão. "Quem se propõe a estes cargos dirigentes deve certificar-se de que possui as qualificações e capacidades suficientes para os desempenhar".

QUEM DIRIA?

Ao contrário do que tradicionalmente acontece quando se perdem eleições de forma pesada (porque o objectivo do PS era uma vitória com maioria absoluta), em que o líder do partido derrotado se demite de funções e coloca o lugar à disposição, neste quadro eleitoral assistiu-se a uma verdadeira reviravolta no desenrolar dos acontecimentos.

FRACA QUALIDADE OU SISTEMA SATURADO?

Sou um cidadão atento às campanhas políticas desde que tenho idade para votar, quer se trate de campanha autárquica, legislativa ou europeia e olho com atenção para vários factores: os programas eleitorais, as ideologias políticas, as acções dos partidos junto da população e a tendência de voto dos eleitores.

"PORTUGAL A MEIA-HASTE" APRESENTADO EM ÉVORA

Daniel Adrião, 48 anos, gestor, ex-dirigente do Partido Socialista, crítico do "situacionismo" nos Partidos Políticos, de onde não escapa o seu próprio partido e defensor de uma ampla reforma do sistema político. É uma forma resumida porém incompleta de apresentar o autor do livro "Portugal a meia-haste", que estará em Évora na próxima quarta-feira, dia 9, para apresentação da sua "antologia" de textos, publicados no jornal o "Público" e na Revista "Sábado" e que conta com o prefácio do politólogo André Freire.

MENTIRA À LA CARTE

Garantidamente que uma boa parte dos eleitores não acredita nesta democracia e decide não votar pela mesma razão: a mentira é o prato do dia.

Nesta linha de raciocínio, a apatia da população para a política resulta da resposta condicionada que a maioria destes indivíduos desenvolveu face à mentira, à falsidade ideológica, à ocultação de informações que predominam no discurso político e face às publicações enganosas, informações incompletas e tendenciosas difundidas por profissionais da comunicação social através da televisão, rádio e imprensa.