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Ouro

Insistem em procurar ouro no Alentejo

A empresa canadiana Epower Metals quer procurar ouro e prata no distrito de Évora de já submeteu um pedido ao Estado Português para esse efeito.
 
O aviso publicado em Diário da República refere ainda que a empresa pretende a pesquisa de depósitos minerais de cobre, chumbo, zinco, estanho, tungsténio e outros depósitos metálicos, além de ouro e prata.
 

NOVA CAÇA AO OURO TOCA NO ALENTEJO

Vão ser efetuados furos em busca de ouro e cobre no Alentejo e Algarve.

Estes furos a grande profundidade serão essencialmente feitos no concelho de Alcoutim, mas atinge também o concelho de Mértola, ao abrigo do contratado em 2014 entre o Estado e a empresa Bolt Resources.

Em consulta pública está um outro projeto da empresa Ozdogu que pretende também pesquisar metais preciosos nos referidos concelhos, mas também em Almodôvar e Loulé.

 

Imagem de ouroabsoluto.com.br

ALENTEJO TEM AINDA MAIS OURO

Já no ano passado, em agosto, tínhamos noticiado que a Colt Resources - um grupo mineiro canadiano – responsável pela exploração das minas de ouro na região de Boa-Fé/Montemor-o-Novo, desde 2007, queria investir mais 150 milhões de euros em Portugal, sendo que parte desse investimento incidia em no Alentejo, na zona de Borba e no Cercal.

EXPLORAÇÃO DE OURO EM ÉVORA AMEAÇADA

Na semana passada noticiámos aqui que a empresa exploradora de ouro em Évora, a canadiana Colt Resources, pretendia investir mais 150 milhões de euros em Portugal, uma parte considerável deste valor seria aplicado em Borba e no Cercal.

HÁ MAIS OURO NO ALENTEJO

A Colt Resources, um grupo mineiro canadiano que está a explorar as minas de ouro na região de Boa-Fé/Montemor-o-Novo, quer investir mais 150 milhões de euros em Portugal, e parte do investimento será novamente no Alentejo, mais concretamente em Borba e no Cercal.

A aposta em Portugal da empresa canadiana começou em 2007, mas, sobretudo na Boa-Fé – onde há pouco tempo foi descoberta uma nova zona de ouro significativa (dentro da área de exploração já concedida à Colt) - não tem sido pacífica, sendo alvo de muita contestação quer da população, quer do Município de Évora, quer de alguns partidos políticos e de muitas entidades e associações de defesa do ambiente.