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Natalidade

Universidade de Évora revela que Troika fez "perder" 13 a 19 mil bebés

Um estudo do Laboratório de Demografia da Universidade de Évora Portugal revela que, durante os anos da “Troika”, Portugal terá perdido entre 13 e 19 mil bebés devido ao aumento da emigração durante esses  anos.

Os dados foram apresentados ontem, sexta, numa conferência sobre demografia organizada pelo Conselho Económico e Social (CES), no Porto, e têm por base uma simulação feita pelo Laboratório de Demografia da academia alentejana.

Évora quer um berço para todos

Objetivo: oferecer um berço a todas as crianças que nasçam no Hospital de Évora.

Foi este o ponto de partida BaBe, Banco de Berços, uma iniciativa proposta no Orçamento Participativo Portugal - a votação que decorre no site do Orçamento Participativo Portugal.

Esta ideia é inspirada numa prática finlandesa com cerca de 75 anos e surge agora no Alentejo pela mão de uma eborense, Maria João Rasga, em colaboração com Anisa Shahidian.

Portalegre com natalidade das mais baixas do país

O distrito de Portalegre apresenta uma das taxas de natalidade das mais baixas do país com apenas 332 nascimentos nos primeiros seis meses de 2018.

Só Bragança está abaixo do distrito norte-alentejano com 279 nascimentos.

No total nacional, segundo os dados do Programa Nacional de Diagnóstico Precoce, nasceram em Portugal 41.786 bebés, estando a natalidade a aumentar – mais 97 nascimentos - face período homólogo de 2017, com Lisboa e do Porto a serem forte impulsionadores destes números com 12.501 e 7.462 nascimentos, respetivamente.

 

EM MÉRTOLA OS BEBÉS TRAZEM CHEQUES

Em Mértola os bebés trazem cheques; é esta a aposta do Projeto Bebé + que prevê a atribuição de 500€ aos pais de cada bebé que seja registado na área de influência da Junta de Freguesia de Mértola, e que cumpra o regulamento aprovado em Assembleia de Freguesia.

A medida tem por objetivo promover o aumento da natalidade e combater o decréscimo populacional existente na Freguesia, no concelho de Mértola e também existente em toda a região.

 

Imagem de dicademae.com

PORTUGAL PRECISA INVERTER OS INDICADORES DEMOGRÁFICOS

Portugal É o segundo país da UE onde menos se nasce.

Não querendo entrar no campo demasiado técnico, até porque a minha formação académica sobre essa matéria é apenas superficial e os leitores não esperam isso de mim, quero, sim, alertar para uma situação, agora que se comemorou (no passado dia 11 deste mês) o Dia Mundial da População, que nos deve deixar a todos apreensivos e cientes que teremos, com alguma urgência, colocar o assunto na agenda política do País: a pobre demografia de natalidade.

MORA E O MILAGRE DA MULTIPLICAÇÃO. NATALIDADE SOBE 70%

Mora, no Alentejo Central, conhecida pelo Fluviário, não tem mais de 2 200 habitantes. Se considerarmos o concelho na totalidade e apesar dos quase 450 quilómetros quadrados, não chegamos às 5 mil almas.

ÉVORA NO TOP 5 DOS NASCIMENTOS

O concelho de Évora ocupa o quinto lugar na lista de concelhos portugueses com mais nascimentos em 2016, de acordo com dados do Instituto dos Registos e do Notariado, do Ministério da Justiça.

O concelho alentejano viu nascerem 663 bebés, atrás de Santarém com 693, Viseu com 947, Cascais com 2354 e, obviamente, Porto com 4633 e Lisboa com 12 728.

Segundo o Correio da Manhã, nasceram em todo o país 82 381 bebés, cerca de 110 bebés mais que em 2015.

Sinal negativo para Fronteira que integra os concelhos com maior taxa de envelhecimento só com 9 nascimentos em 2016.

HÁ MAIS CRIANÇAS A NASCER

Em 2011 projetava-se o pior; dizia-se então que Portugal teria em 2015 a segunda pior taxa de fecundidade do Mundo, com base na previsão de um relatório da ONU. E o passar dos anos até foi dando razão à previsão. No entanto, 2015 viria a surpreender e, até julho, este ano nasceram mais 7 bebés por dia que em 2014.

PORTALEGRE ENTRE OS DISTRITOS COM AUMENTO DA NATALIDADE

O primeiro semestre de 2015 revela um aumento da natalidade no País. Trata-se do primeiro aumento da natalidade registado nos últimos quatro anos. Significa que foram resgistados mais 1000 nascimentos que no período homólogo de 2014.

Os dados são do Instituto Ricardo Jorge, segundo o número de bebés que fazem o teste do pézinho, e que revelam o aumento da natalidade a nível nacional de 2.8%.

Vila Real está à cabeça com uma subida de 12%, Braga e Portalegre com aumentos de 7%, foram os distritos onde este crescimento teve maior expressão.

Novos desafios da natalidade

Recentemente voltou a falar-se do papel da mulher na sociedade.

Papel, isso mesmo.

Como se a mulher e o homem tivessem já personagens pré-destinados.

Surgem estudos para todos os gostos. Uns afirmam que a maternidade perturba a eficiência laboral, outros por seu lado afirmam que a redobram.
O que é certo é que na sociedade actual e por mais incrível que pareça ainda existem empresas com critérios de selecção completamente discriminatórios para com as mulheres grávidas ou com filhos recém-nascidos.