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Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo

Maquetas de João Cutileiro expostas em Évora

O Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo, em Évora, expõe um conjunto de 63 maquetas produzidas pelo escultor João Cutileiro – radicado há muito no Alentejo – e que foram realizadas entre 1968 e 2017, para obras destinadas ao espaço público.

Esta exposição resulta do projeto 'Pedras na Praça', promovido pela Direção Regional de Cultura do Alentejo (DRCAlen), custou 86.500 euros, com o apoio de fundos comunitários, e pretende dar a conhecer a obra para o espaço público de João Cutileiro, com 81 anos.

João Cutileiro com nova exposição e um documentário em Évora

No próximo dia 30 de junho, pelas 18h30, inaugura no Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo em Évora, uma exposição onde se revela o conjunto de maquetas produzidas pelo escultor João Cutileiro para obras destinadas ao espaço público.

Às 22h00, no Claustro do Museu, será apresentado o documentário A PEDRA NÃO ESPERA, da realizadora Graça Castanheira, dedicado ao mesmo tema e que acompanha a exposição.

A pedra antiga que conta uma história da fundação da cidade de Évora

Brasão das Armas da cidade de Évora ou pedra antiga que conta uma história da fundação da cidade de Évora.

As visitas ao Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo são sempre um prazer e uma oportunidade para conhecer mais, pensar outra vez, e às vezes pensar diferente sobre os mesmos assuntos aceitando que todos os dias do quotidiano são novos e o nosso olhar sobre os dias e o mundo também. A cada visita ao Museu há temas novos para lembrar, para ver bem pela primeira vez ou segunda ou até espreitar outra vez aquela peça, quadro ou lugar de que tanto se gosta.   

INDÚSTRIA CORTICEIRA FOI TRAZIDA PARA O ALENTEJO POR CATALÃES DO SEC. XIX

Há uma exposição fotográfica que conta uma história não muito conhecida do Alentejo. A do papel dos catalães migrantes do século XIX e que, com o conhecimento que trouxeram então acerca da Indústria Corticeira, transformaram uma pequena vila alentejana num importante centro industrial com características muito próprias, a Azaruja.

PINTURA RARA DE ARTISTA EBORENSE VAI SER LEILOADA EM NOVA IORQUE

LÁPIDE EVOCATIVA DA FUNDAÇÃO DA CIDADE DE ÉVORA E A CIDADE DE ÉVORA

O que não conhecemos, o que não entendemos é desprovido de sentido e de significação. A lápide de mármore epigrafada, escolhida para este texto, é muito e nada ao mesmo tempo. É muito, porque é um testemunho importante da história cultural, social e organizacional da cidade de Évora na Idade Média e é nada porque é ciclicamente esquecida e ignorado o seu significado. Também a forma como está apresentada no Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo a traz em parte oculta, desprovida de entendimento, mal comunicada, aligeirada e conduzida ao apagamento da memória. 

HÁ CATALUNHA NO ALENTEJO

Foi inaugurada no sábado, no Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo, em Évora, a exposição de fotografia “Ascendência Catalã - Contributo positivo de uma migração”.

A exposição da fotógrafa e videasta Maria do Carmo Duque aborda a imigração e a presença social e económica Catalã, no Alentejo, essencialmente na vila de Azaruja, onde os migrantes se instalaram, em meados do século XIX, trazendo conhecimento da indústria corticeira e que transformou a região de Azaruja numa zona agro – industrial, com uma dinâmica socioeconómica muito própria.

ESCULTURA DE SÁTIRO

No Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo repousa um Sátiro do tempo dos romanos. Os Sátiros são figuras da mitologia grega e romana e com isto já se percebe que vou falar de Évora romana. O Sátiro de que falo é uma elegante escultura em mármore branco, de um Sátiro em repouso, uma figura masculina, deitado sobre uma pele de pantera com a cabeça, cabelo encaracolado e orelhas pontiagudas, apoiada no braço direito e a perna direita cruzada sobre a esquerda, nu mostrando o sexo. Data do século I–II d.C. com 1,59 m de comprimento e 62 cm de espessura.

MACHADO DE TALÃO

Os Museus guardam coisas belas ou importantes, de uma forma redutora e aos olhos de uma criança isto é um Museu. E assim este objeto, não sendo muito belo deve ser muito importante. Trata-se de um machado de talão, porque lhe cresce uma parte traseira bastante pronunciada, e é feito em bronze. O bronze é uma liga metálica de cobre e estanho bem mais dura que o cobre anteriormente utlizado para os primeiros objetos metálicos do período Calcolítico e de toda a humanidade.

MUSEU DE ÉVORA RECOMENDA “VIR VER”

Será inaugurada hoje, sábado, dia 30 de setembro, pelas 17 horas, no Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo, em Évora, a exposição "VIR VER".

“Vir Ver” reúne obras de Elsa Gonçalves, Helena Calvet, Mariana Fernandes, Pedro Fazenda e Susana Pires, cinco artistas contemporâneos a curadoria é de Mariana Mata Passos.

A esta exposição é um convite a ver, a sentir e manipular objetos de arte contemporânea pensados em diálogo com a coleção do Museu Nacional Frei Manuel do Cenáculo.

 

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