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Montado

Paisagem de montado em Portugal perde 5 mil hectares por ano

Portugal, e sobretudo o Alentejo, tem a maior área de montado de sobro e de azinho do mundo, fazendo um total de cerca de um milhão e duzentos mil hectares, ou seja, mais de 20% de toda a floresta nacional. No entanto, os números mostram que desde 1990 que Portugal perde, em média, cinco mil hectares desta área por ano.

Marque na agenda: a Feira do Montado está quase a chegar

A Feira do Montado está quase a chegar. Este evento que celebra uma das maiores riquezas do Alentejo, terá lugar em Portel, de 28 de novembro a 1 de dezembro.

Portel, que há imagem dos últimos eventos espera milhares de pessoas, quer mesmo assumir-se como a “Capital do Montado” e realiza este certame vai já para 19 anos, um evento que é um espaço de valorização dos recursos que lhe estão associados.

Bolota “o alimento dos Homens invencíveis”

A bolota - “o alimento dos Homens invencíveis” – será homenageada no dia 17 de março com o "V Encontro da Bolota", na Herdade do Freixo do Meio, em Montemor-o-Novo e marcará o fim da IV Semana da Bolota no concelho.

Sendo uma celebração do montado e da bolota, o encontro pretende ser uma partilha de sabores e de saberes em torno do fruto das árvores que resistem ao fogo, os Quercus (sobreiros).

Como é que o montado alentejano pode lutar contra as alterações climáticas?

O Livro Verde dos Montados (editado em 2013 pelo Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais Mediterrâneas da Universidade de Évora) define-o assim: “Originalmente classificado como um sistema agro-silvo-pastoril e descrito como um sistema multifuncional onde se equilibram e conjugam as actividades agrícolas, pecuária e florestal, devido ao decréscimo de importância das culturas sob coberto, o montado tende a ser considerado como um sistema silvo-pastoril.” No Sul de Portugal, o montado tem mais de um milhão de hectares.

A nova rota do Porco Alentejano

O porco Alentejano já tem uma rota definida no Alentejo e com objetivos promocionais turísticos quer do porco, quer da região em geral, valorizando o mundo rural, a autenticidade e o montado.

O montado alentejano é um ecossistema único e propício ao desenvolvimento com qualidade do Porco Alentejano.

A rota é uma iniciativa da Associação de Criadores do Porco Alentejano (ACPA), que, além do referido, pretende ainda dar a conhecer o seu modo de produção e a gastronomia associada ao porco alentejano e os seus produtos qualificados DOP e IGP.

Alentejo quer Montado como Património da UNESCO

A proposta parte da Entidade Regional do Turismo do Alentejo e Ribatejo (ERTAR) que está a preparar uma candidatura do Montado a Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO.

Neste sentido, já decorreu uma reunião de trabalho preparatória, em Ourique, e quer o edil local, Marcelo Guerreiro, quer a ERTAR, veem o montado como parte da identidade alentejana, tal como o Cante e os Chocalhos, sendo esta mais uma oportunidade de valorizar o mundo rural.

 

Imagem de corktrekking.com

 

 

 

Sobreiro está a perder terreno no país

Apesar das exportações de cortiça terem subido 4% este ano, o que representa até agora 748 milhões de euros, esperando-se que o ano encerre nos mil milhões de euros, a população de sobreiros está a recuar em todo o território nacional e a responsabilidade é das más práticas, das pragas e das alterações climáticas.

Évora: Especialistas discutem estratégias de combate às doenças no Montado

A Universidade de Évora recebe nos próximos dias 17 e 18 de maio um encontro de especialistas do Montado para uma acção de formação de combate às doenças e pragas que afetam aquele ecossistema.

MONTADO PODE SER ARMA NO COMBATE ÀS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS

O montado alentejano é único e é um ecossistema típico das regiões mediterrânicas e pode ser uma das armas contra as alterações climáticas.

Quem o defende é Pedro Azenha Rocha, o responsável no Alentejo pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) por o montado ser um ecossistema mais resiliente aos problemas causados pelas alterações climáticas.

CORTIÇA EXPORTOU QUASE MIL MILHÕES DE EUROS EM 2016

Segundo avança o Jornal Económico de hoje, o setor corticeiro nacional bateu recordes nas exportações em 2016 ao ter chegado próximo dos 940 milhões de euros. Segundo a Associação Portuguesa da Cortiça, a APCOR, os resultados de 2016 representam um crescimento de 4% em relação a 2015 e que para 2017 se prevê que as exportações atinjam os mil milhões de euros.

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