Está aqui

Lisboa

Companhia de Dança de Évora estreia-se em Lisboa com “Ensaio sobre a Cegueira”

A Companhia de Dança Contemporânea de Évora (CDCE) vai estrear-se, no sábado, no ROOF Dance Festival, em Lisboa, com “Ensaio sobre a Cegueira”, baseada na obra com o mesmo título de José Saramago.

Em comunicado enviado à Lusa, a companhia explica que esta é uma obra com coreografia de Nélia Pinheiro, da CDCE, que resulta “do culminar de um percurso de experimentação coreográfica em torno do comportamento humano perante situações de crise, violência e isolamento”.

Lisboa e o país real

Há décadas que Portugal é acusado de ter um Estado centralista e egocêntrico, em que muitos dos principais decisores políticos não conhecem a realidade dos portugueses espalhados pelo país, e em que a concentração de poder em Lisboa serve de garantia para que o controlo do Estado não se perca das mãos dos mesmos poucos de sempre.

Quem ouviu o presidente da Câmara de Lisboa referir-se na televisão ao concelho de Ovar, dizendo que era mais pequeno do que uma freguesia de Sintra, percebe a falta de pudor com que esta arrogância bacoca e ridícula é assumida.

Mas há ainda pior.

Casa do Alentejo em Lisboa sobrevive à pandemia e volta a abrir portas

A Associação Regionalista Casa do Alentejo, fundada em 10 de Junho de 1923, tida por muitos como a grande embaixada do Alentejo na capital, passou por dificuldades financeiras e de tesouraria devido ao impacto do Covid 19, que forçou o encerramento do seu famoso restaurante.

A Direcção daquela associação decidiu aderir ao Lay Off simplificado a 19 de Março de 2020, para "garantir os postos de trabalho e alguma folga financeira". O que é certo é que passado o pior, pelo menos para já, a Casa do Alentejo anuncia que reabriu o seu restaurante e a atividade.

Portugal é Lisboa e o resto é paisagem

Também na Assembleia, Portugal é Lisboa e o resto é paisagem. Ou melhor, Lisboa e Porto.

Para 10 811 436 eleitores, Portugal tem 230 deputados. Há deputados a mais, queixa-se o povo. E tem razão. Se é para representar só Lisboa e o Porto, tanto fazem 10 como 20.

Lisboetas inventam Alentejaninha, uma versão alentejana da francesinha

Um restaurante lisboeta, o Intimista, prepara-se para lançar um novo petisco que, espera, seja um sucesso. Trata-se da versão alentejana da afamada francesinha que, por sinal, de francesa tem pouco, sendo um ex-libris gastronómico do Porto.

Pois pela mão do Chef Miguel Marçalo, nasceu a Alentejaninha, feita com pão alentejano, recheada com secretos de porco preto, morcela, presunto, farinheira e alguns ingredientes secretos, claro. Tudo aparentemente alentejano excepto o molho que, ao que sabemos, se mantém o original.

Beja “muda-se” para Lisboa em protesto

Já foi agendada pelo movimento de cidadãos “Beja Merece +” uma ação de protesto a Lisboa, no dia 10 de maio.

É intenção do movimento levar mais de 15 autocarros até à capital naquilo que é considerado pelo movimento como uma “excursão cultural a Lisboa”.

TRABALHAR PARA CONSEGUIR ARRENDAR

Esteve esta semana em discussão a revisão do regime do alojamento local. Fala-se na necessidade de ouvir os outros condóminos, de dar mais espaço aos proprietários de habitações em zonas históricas, entre outras alterações.

Não menosprezando a importância da discussão deste tema, creio que, no que ao arrendamento habitacional diz respeito, a urgência é maior, face às dificuldades que os inquilinos atravessam e os futuros inquilinos se preparam para atravessar.

MOURA MOSTRA-SE NA CASA DO ALENTEJO EM LISBOA

O município de Moura, Baixo Alentejo, vai estar entre o dia 9 e o dia 12 de março, na Casa do Alentejo, em Lisboa, para uma Câmara Aberta dedicada aos mourenses a viver e a trabalhar na capital.

Em comunicado o município declara que procura com esta iniciativa "debater os problemas de quem vive longe e conhecer a visão de quem está fora sobre o seu concelho", particularmente dos que "migraram e por lá (Lisboa) ficaram, e os jovens que lá estudam".

FAZ HOJE 49 ANOS QUE A CHUVA MATOU MAIS DE 500 PESSOAS NO PAÍS

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) lembra hoje que foi na noite de 25 e madrugada de 26 de novembro de 1967, há 49 anos, que uma grande tempestade abateu-se sobre o país, matando mais de 500 pessoas e desalojando quase 900, destruindo pontes, estradas e muitos edifícios, sobretudo na região de Lisboa.

COCHE DO REGICÍDIO VOLTA PARA VILA VIÇOSA SOB CONTESTAÇÃO

Em abril de 2015, foi assinado um protocolo entre a Fundação Casa de Bragança e a Secretaria de Estado da Cultura, que entre outros pontos, prevê que o trágico landau do Regicídio de D. Carlos, passa a andar em itinerância anual entre o Museu Nacional dos Coches, em Belém, e o Palácio de Vila Viçosa, no Alentejo. Ficando um ano em Lisboa, outro no Alentejo.

Páginas