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Jornalismo

Partiu o jornalista alentejano Manuel Luís Mendes

A informação e o jornalismo regional e nacional ficou mais pobre,  este domingo, com a morte do jornalista alentejano Manuel Luís Mendes.

Natural de Caridade, concelho de Reguengos de Monsaraz, Manuel Luis Mendes tinha 52 anos e faleceu no Instituto Português de Oncologia (IPO), em Lisboa, onde estava internado, de acordo com a família.

Manuel Luís Mendes era jornalista da Lusa desde outubro de 1993; foi coordenador da delegação da agência em Évora chefe de delegação, sendo que, desde 2012, era o editor-regional da Lusa no Alentejo.

Hoje é o Dia dos Jornalistas Pela Paz

O Dia dos Jornalistas Pela Paz celebra-se anualmente a 27 de outubro e é um dia reflexão sobre o papel do jornalista e de comemoração de todos os jornalistas que "com o seu trabalho contribuem para a edificação de um mundo melhor e mais justo".

O papel do jornalista consiste em relatar os factos isentamente, sem interesses pessoais e sem influências, sejam políticas, monetárias, ou de outra natureza. Neste dia destaca-se o sentido de responsabilidade, a ética, a independência e o profissionalismo dos jornalistas que relatam a verdade sem ceder a pressões internas e externas.

Imprensa Nacional lança prémio em homenagem a Vicente Jorge Silva

A Imprensa Nacional lançou o “Prémio Jornalismo de Excelência Vicente Jorge Silva”, uma iniciativa que pretende promover o jornalismo de distinção e homenagear o jornalista Vicente Jorge Silva, que faleceu esta semana.

O prémio atribuirá anualmente uma bolsa para investigação jornalística no valor de 5.000 euros, sem que seja ainda conhecido o regulamento.

Jornalistas em angariação de fundos para ajudar colega alentejano com Parkinson

São muitos os jornalistas nacionais que se associaram a uma campanha de solidariedade para a angariação de fundos de modo a ajudar o jornalista alentejano António Pedro e que padece da doença de Parkinson

António Pedro, com 48 anos, é natural de Beja, mas reside em Coimbra. Ao longo da sua carreira passou por diversas rádios locais e regionais, estabelecendo-se na Rádio Renascença, desde 1995.

Reportagem sobre o Alentejo vence prémio

Trabalhos dos jornalistas Cristina Lai Men e Maria Augusta Casaca, ambos com sonoplastia de Luís Borges, realizado para a rádio TSF, foram distinguidos pelo júri da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP).

O primeiro prémio na categoria Rádio foi atribuído ao trabalho "Para cá do Sol posto" da jornalista Cristina Lai Men, e a reportagem "Neste Alentejo há caril e turbantes", de Maria Augusta Casaca, mereceu uma menção honrosa.

Fake News em tempo de pandemia

Já todos ouvimos a expressão “fake news”, mas o que têm os dias atípicos que vivemos de tão especial, que nos fizeram abrir fogo sobre o fenómeno da desinformação?

Chamam-lhe a era da pós-verdade. A expressão ficou popular na sequência de um evento político em 2016: a vitória de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos da América. Nesse mesmo ano, “pós-verdade” foi considerada a palavra internacional do ano pelo dicionário de Oxford.

Liberdade para a imprensa é liberdade para si

Hoje é 3 de maio. Não é um dia de celebrações sociais, nem encontrará muitas referências onde quer que seja. Mas hoje é um dia importante, não pelo dia em si, mas por tudo o que representa.

O Dia 3 de maio é Dia Mundial da Liberdade de Imprensa. Criado em 1993, pelas Nações Unidas com base no artigo 19 da Declaração Universal dos Direitos Humanos:

Jornalistas europeus recebem formação em alterações climáticas no Alentejo

Entre os dias 10 a 14 de fevereiro Évora, recebe um grupo de 14  jornalistas de Portugal e da Noruega para um workshop acerca das alterações climáticas.

A organização é da Science Retreats e, ao longo de cinco dias, serão abordados temas como o conhecimento acerca das alterações climáticas, as suas causas, aspetos e a sua aplicação na prática jornalística.

Mais um que já foi, mais um que vem

Chegamos a mais um final de ano. Pode parecer impressão minha, mas com o passar deles, dos anos, parece-me que se sucedem mais rápidos, como o passar dos meses, das semanas, dos dias, das horas…

Fico sempre com a sensação de querer ter feito mais qualquer coisa, de querer ter aproveitado melhor) ainda melhor) cada minuto de 2019.

Com o final do ano chegam também as previsões para o novo ano, as estatísticas e os números do ano que passa e há vários assuntos que gostaria de tocar neste último editorial de 2019.

A intolerância tem limites

É um facto: a net deu largas ao ódio. Poder-se-á dizer que fanáticos e extremistas sempre existiram, mas, sem dúvida, a net abriu-lhes as portas e permite que sejam proferidos impropérios, realizadas ameaças e ofensas de forma gratuita e que antes, em contacto pessoal, nunca seriam feitas, a consciência do humano, na maior parte dos casos, impele o respeito.

A diferença de opinião – quando confrontada - é o que faz crescer cada ser humano e, no geral, a sociedade, isto sempre e quando exista respeito pelo próximo e pela sua opinião.

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